A dor de cabeça latejava como um martelo contra meu crânio quando abri os olhos. Merda. Soltei um gemido rouco, cobrindo o rosto com as mãos. O quarto estava escuro, e o gosto amargo do álcool ainda estava na minha boca. Minha garganta seca queimava, e meu corpo parecia ter sido atropelado por um caminhão. Me forcei a sentar na cama, sentindo o mundo girar ao meu redor. — Finalmente acordou. Levantei a cabeça e vi Hector encostado na porta, os braços cruzados. — Que horas são? — minha voz saiu rouca. — Três da tarde. Franzi a testa. — O quê? — Você apagou bonito depois da sua noite de destruição. Achei que fosse morrer de ressaca, então limpei a zona que você fez. Olhei ao redor. O apartamento ainda estava bagunçado, mas não tanto quanto antes. Soltei um suspiro e me levantei

