Os dias após a revelação sobre a paternidade do meu filho foram um pesadelo que nunca terminou. Enzo não me deu nem um instante de paz. Ele me tratava com desprezo, com raiva, e sua frieza era algo que eu m*l conseguia entender. Ele esperava que eu abortasse a criança, mas eu não podia. Não tinha forças para fazer isso, nem para ele, nem para mim. E, acima de tudo, não poderia tirar uma vida, uma vida que ainda pulsava dentro de mim. Mas a minha recusa não foi bem recebida. Enzo me agrediu, fisicamente e psicologicamente, me fazendo pagar pela minha decisão. Eu sabia que ele não teria piedade, e sabia que a dor que ele me causava não seria apenas momentânea. Ele me ameaçou, me pressionou de todas as formas possíveis, tentando me convencer de que seria melhor para todos se eu simplesmente

