Capítulo 118 MK

1745 Palavras

MK narrando Depois de tudo que rolou, do pipoco comendo solto na quebrada, de ver meu cria tomando tiro pra proteger os seus, a única parada que acalma meu coração é ela. Minha galega. É só chegar perto que meu sangue já esquenta, é tipo calmaria e tempestade ao mesmo tempo. E hoje... hoje eu precisava disso. Precisava dela. Ela tava ali, toda molhada do banho, pele arrepiada, olhar dizendo tudo sem falar nada. Mulher bandida do meu coração. — Te amo, galega... contigo eu vou até o fim do mundo, na bala, na facada, no que for. Tu e o Téo já tão no meu nome, esquece. Já são minha vida — solto olhando nos olhos dela, e sem dar tempo dela responder, já encosto ela na parede com aquele beijo bolado, pesado, língua com língua, t***o transbordando. Ela enrosca as pernas na minha cintura, com

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