Capítulo 115 Igor

1374 Palavras

Igor Narrando Quando o arrombado do Jefferson colou na barreira, já saquei que não vinha merda boa. Nada que sai da boca daquele traste presta. Maluco sujo, traíra, largou a própria sobrinha no covil e agora vinha pagar de salvador? Me poupe. Fiquei na contenção com os menor, pedi pro vapor chamar o Joca no rádio. Falei logo: “Ativa o chefe, que esse lixo vai causar, e eu tô a um fio de meter o aço.” Paciência com o****o é zero. E se deixasse rolar, ia sobrar bala pra todo lado. Joca chegou rasgando, fuzil já no pente, mirando sem dó na cara do Jefferson. Maluco debochado, ainda tentou meter marra. — Emboscada! É emboscada, p***a!! — Aí o vapor grita. Na mesma hora, três carros encostam na entrada da favela. Foi no susto. O Joca, que já tem o dedo treinado, girou o corpo no reflexo e

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