Capítulo 10

3555 Palavras
Especial Dylan e Jason Lee Lee poderia ser considerado um lorde, qualquer um que o visse e o conhecesse diria que ele era um verdadeiro cavalheiro. O homem alto, de cabelos medianos e escuros, olhos arredondados e negros, corpo com músculos e um sorriso fácil. Jason Lee sempre foi de sorrir em meio as tristezas e dificuldades, sendo um excelente lutador e agora aposentado, ele tinha suas academias e era patrocinador de vários lutadores e assim descobriu dois grandes nomes do MMA, atualmente. Dylan não poderia pedir um marido mais dedicado e romântico, quando descobriu que o lutador era praticante de b**m, se surpreendeu. E ficou ainda mais surpreso por descobrir o quão severo Jason poderia ser. Naquele momento Jason estava sentindo seu ego esmagado, ao ver seu marido/submisso flertar descaradamente com um qualquer da empresa. Mas ainda assim, ele dirigia de forma calma e Dylan soube que estaria mais do que ferrado por causa disso. Vestindo um terno preto e bem justo ao corpo, ele dirigia tranquilamente. Ninguém dizia nada dentro do carro, o caminho até a casa deles, não era longo ou algo do tipo, mas Dylan se surpreendeu quando não viraram em direção ao lar de ambos. Lee continuou dirigindo e logo Dylan notou que estavam indo para o clube. — Nós vamos, ao clube hoje? — Dylan perguntou com o tom de voz baixo. — Sim. — Jason Lee respondeu sem ao menos olhar para o lado. O ruivo estranhou aquilo, geralmente eles iam ao clube quando Dylan pedia. — Por que? — Voltou a perguntar. — Me deu v*****e! — Lee respondeu e Dylan ficou quieto, resolveu não dizer mais nada ou ao menos questionar. Esperou que o caminho fosse feito e chegassem até seu destino. O ruivo sentia seu sangue correr mais rápido, e seu coração acelerar a cada curva ou semáforo que eles passavam. Logo Dylan viu a entrada do clube, sendo uma entrada discreta e bonita, tendo o nome perversion escrito em led, e tendo a fachada em preto e azul escuro. Lee abriu a porta luvas e de lá pegou a coleira de Dylan. — Vira! — Lee mandou e Dylan obedeceu, Jason Lee colocou a coleira de um jeito confortável, para que Dylan não se incomodasse com o objeto. — Vamos ficar no clube por menos de uma hora, se você for obediente. Mas... — Lee começou a falar. — Sua punição vai começar lá dentro. — Como assim? — Dylan falou de virando para o marido. — Mas Lee, tem muita gente... — Você ficou se exibindo para aquele moleque da empresa, e não quer se exibir para as pessoas daqui? — Lee disse de forma fria. — Achei que quisesse atenção! Já vi que a minha não tem sido suficiente para você... — Lee iniciou um carinho no rosto de Dylan. — Se quiser tanto se mostrar para outro homem, vou fazer isso. Mas, farei do jeito que tem que ser! — Lee deu um t**a forte no rosto de Dylan fazendo o ruivo, virar o rosto e ter a bochecha quente e marcada. Lee pegou uma guia dentro do porta luvas, prendendo a mesma na coleira e a deixando solta. — Se quer tanta atenção assim, você vai receber! — Lee saiu do carro e deu a volta no mesmo, Dylan não queria sair dali, já tinha visto outros submissos serem castigados dentro do clube, e sempre sentiu uma pontada de pena. Quando a porta do passageiro foi aberta por Jason, Dylan o olhou já sentindo seu ego ser esmagado, ele não queria passar por aquela humilhação e sabia que podia dizer a palavra de segurança. Mas, reuniu toda sua coragem e desceu do carro, segurando firme a mão de Jason Lee, Dylan mantinha a cabeça baixa e nem ao menos olhou os seguranças que estavam ali, mas notou que Lee fez um pedido a recepcionista. Eles entraram e a música que tocava era algo sensual, compondo um ambiente completamente tendencioso ao s**o, vários submissos estavam ali, uns usava coleira branca, em sinal de disponibilidade para um Dom, outros— iguais a Dylan- usavam uma coleira especial ou preta, indicando que estavam ali com seus dons. Lee foi andando até o bar e puxou um dos bancos se sentando e puxando Dylan para o meio de suas pernas, ele pegou a guia que estava presa na coleira do ruivo, e a segurou firme. — Ajoelha! — Lee falou puxando a guia para baixo, fazendo Dylan resmungar, mas obedecer, se ajoelhando na frente de Lee e evitando olhar para qualquer lugar. — Eu quero um Martini. — Dylan ouviu Lee pedir ao balconista, o moreno parecia simplesmente ignorar Dylan ali. — Ah, e me dá leite... Meu gatinho está com sede. — Pediu e logo Dylan olhou para o marido que tinha um sorriso gentil nos lábios. Dylan viu alguém se aproximar, e entregar para Lee uma embalagem, o moreno agradeceu, e logo estava abrindo a embalagem plástica, sorrindo perverso e tirando de lá um arco que tinha orelhas de gato vermelhas. — Mais tarde vamos usar essa calda... — Lee disse pegando o arco e colocando na cabeça de Dylan, vendo a armação sumir nos fios vermelhos. — Ah, meu gatinho... Você vai receber toda a atenção que você quer! Lee disse deixando tapinhas fracos no rosto do ruivo que choramingou. A bebida de Lee foi entregue e ele logo agradeceu, uma vasilha feita para animais foi entregue para ele, sendo redonda e vermelha. Lee a colocou na frente de Dylan, pegando a garrafa de leite e despejando o líquido no recipiente, Lee se curvou um pouco mais, e com as pontas dos seus dedos empurrou levemente a vasilha na direção de Dylan, olhando em seus olhos verdes e sorrindo. — Vamos gatinho... Beba! — Lee disse um tanto carinhoso. — Lee...— Dylan sussurrou. — Por favor... Eu não quero. — Dylan estava um tanto envergonhado, ele sabia que algumas pessoas olhavam para si e ele só queria sumir. — Vamos para nossa casa. — A voz de Dylan não passava de um sussurro. No rosto de Lee ainda tinha o sorriso, doce e gentil. — Não seja desobediente. Beba! — Lee disse mais autoritário, porém sorrindo. Dylan engoliu seco, mas se abaixou, e usou suas mãos, para se apoiar no chão. E assim colocou sua língua para fora, para então recolher o pouco do leite. Lee apenas assistia aquilo e decidiu terminar sua bebida. No palco do clube, havia uma estrutura de madeira, feita para alguém ser amarrado ali, Lee então observou quando um sub foi arrastado até ali, por um Dom que usava máscara, o submisso estava vendado e algemado, mas foi colocado em cima da estrutura de madeira, tendo apoio para seu tronco, e cabeça. Seus tornozelos foram amarrados no final do objeto, e assim ele ficou de costas para o público. — Venha aqui, gatinho. — Lee chamou e Dylan se levantou, ficando no meio das pernas grossas e roliças. — Olhe bem, para eles. — O ruivo então ficou olhando, vendo o submisso completamente exposto, usando um short curto na cor preta e prestes a ser espancado. O dom tirou seu cinto, fazendo um arco perfeito com o couro. Quando ele ergueu o braço, Dylan desviou o olhar, mas ouviu o barulho do cinto batendo contra a b***a do sub, que praticamente gritou de dor. — Não quer assistir? — Lee questionou. — Não... — Dylan respondeu, torcendo para que eles fossem embora. — Então termine de tomar seu leite! Quando terminar vamos para casa... — Lee disse fazendo um pequeno carinho nas bochechas do ruivo. — Ou não. O Lee voltou a se ajoelhar e a tomar o leite, Dylan estava na metade quando ouviu a voz tão conhecida por ele. — Lee? — Ino disse fazendo o ruivo arregalar os olhos. Mas, ele não encarou a loira, e continuou o que fazia. — Ino! A quanto tempo não há vejo por aqui. — Lee disse sorrindo. — Tenho vindo pouco aqui... — A mulher respondeu, puxando a guia que tinha na coleira de Hannah, a Hyuga estava de cabeça baixa e Ino pareceu um tanto sorridente. A loira viu o ruivo no chão e depois olhou Lee. — Seu gatinho tem sido m*l criado? — Ah sim..., mas nada que uma boa surra não resolva! — Disse casualmente e Ino se pôs a rir, Dylan tremeu da cabeça aos pés. — Com certeza, uma surra resolve muita coisa! — Ino disse ao amigo. — Bom, não se esqueçam de ir em meu aniversário. — Ino disse sorrindo novamente. — Será muito bacana, ter vocês lá. — Vamos sim! Faremos questão de estar lá. — Lee disse sincero, a loira fez o pedido conversando com Lee e fazendo tanto Hannah quanto Dylan serem ignorados. Quando a loira se despediu, Dylan já estava no fim da sua tigela de leite, rezando para que realmente fossem embora. Ele sabia que muitos o olhavam, e ele sentia o peso da humilhação. — Já terminou? — Lee perguntou e Dylan assentiu. — O que foi gatinho? Não gostou deles olhando, para você? — Lee ainda sorria para o ruivo que tinha algumas lágrimas acumuladas em seus olhos verdes. — Queria tanta atenção e agora então está gostando? Você é confuso... Precisa se resolver logo! — Lee segurou o cabelo de Dylan em um aperto firme. — Quer ir para casa? — Lee perguntou e Dylan que já chorava, apenas confirmou. Lee então se levantou, mantendo a guia em sua mão ele ordenou que Dylan se levantasse, assim que o ruivo fez isso Lee lhe acertou mais um t**a no rosto. — Eu não vou ter pena de você! Você vem me provocando a semanas... Acha que eu não notei? — Lee disse sério. — Vamos ver, se essa sua coragem vai durar muito tempo! Dylan mantinha a cabeça baixa, e apenas acompanhou os passos de Lee, saindo daquele lugar e indo direto para o carro. Dylan chorava no banco do passageiro, aquilo foi bem humilhante e ele sabia que Lee ficou feliz em humilha-lo daquela forma. (> Assim que Dylan pôs os pés dentro de sua casa, sentiu sua coleira ser puxada e assim ele caiu de joelhos. — Vamos! — Lee foi puxando Dylan até o quarto de jogos, quando o moreno abriu a porta, Dylan já sentia o arrependimento tomar conta de si. O quarto era em um verde mais escuro, deixando alguns pontos em destaque, como por exemplo a cama, o polidance, e o X de madeira, que por muitas vezes foi o local de punição, para Dylan. Naquele momento, ele já estava nu, com um plug dentro de si, que tinha a cauda vermelha, ele usava meias que iam até metade de suas coxas, elas tinham patinhas desenhadas na sola, e sua coleira ainda permanecia ligada a guia. Dylan estava no centro da cama, Lee estava mais distante e parecia procurar algo, e mesmo de longe ele ligou o maldito plug, e Dylan agora se concentrava para não gemer alto, já que seu p*u estava duro e expelindo muito pré g**o. — Tem uma coisinha, que eu quero testar em você... — Lee disse e Dylan tentava se concentrar nas suas palavras. — E você estar tão sensível, pode ser um problema. Dylan não entendeu, mas temeu. Lee veio segurando algo em sua mão, Dylan ergueu seus olhos verdes em direção ao marido e viu ele indo em sua direção, vestindo apenas sua blusa social preta, seu colete cinza escuro e sua calça preta, estava descalço e com seus cabelos jogados para trás. Jason se aproximou da cama, com sua mão livre pegou o m****o de Dylan e começou a masturba-lo, ouvindo os choramingo do ruivo. Quando Lee revelou o que ele trazia na mão, Dylan praticamente pulou na cama, se afastando do marido e tendo seus olhos arregalados. Lee segurava um pequeno objeto em sua mão, deveria ter uns sete centímetros, era fino e com pequenas ondulações, e em cima tinha um pequena argola, que era para puxa-lo. — Você não vai colocar isso em mim! — Dylan falou assustado. — Então diga a palavra de segurança! — Lee falou e Dylan pensou bem, ele poderia fazer aquilo, mas seria a mesma coisa que admitir fraqueza, Dylan jamais admitirá isso. Então ele apenas abaixou a cabeça e suspirou derrotado. — Ótimo! Lee puxou Dylan e o deixou deitado na cama, Dylan ainda sentia o maldito plug vibrar dentro de si e por isso ele estava bem sensível. Lee pegou o lubrificante e passou no objeto, depois segurou o m****o de Dylan, com cuidado ele foi introduzindo a sonda na uretra de Dylan, ouvindo o ruivo gemer alto e até chorar. Mas quando a sonda já estava completamente dentro de Dylan, o ruivo notou que não doía, era apenas estranho. — Está doendo? — Lee perguntou e Dylan negou. — Que bom... O ruivo estranhou, aquilo não era bem uma punição, achou que iria ser espancado, ou algo do tipo. Mas Lee parecia apenas querer testar algo novo. O ruivo voltou a realidade, quando sentiu o plug ser retirado de dentro de si, olhando o marido, o ruivo viu quando Lee desabotoou sua calça, logo deixando apenas seu m****o para fora, pegando o lubrificante e passando em si. — Vou me satisfazer... Vou gozar apenas duas vezes, hoje. — Lee disse se masturbando. — Já você, eu não sei se vai gozar hoje. Dylan engoliu seco, aquela maldita sonda, impedia ele de ter qualquer alívio e seria demais para ele. Lee abriu bem as pernas de Dylan, se colocando ali e não demorando para penetrar o ruivo, fazendo seu p*u ser esmagado, e lhe dando uma sensação maravilhosa. Dylan gemeu alto, agarrando os ombros largos de Lee, arranhando o local e deixando seu gemidos saírem cada vez mais alto. Lee não teve piedade e começou a se mover com velocidade e brutalidade, chocando seu quadril cada vez forte contra a entrada do ruivo, sentindo todo o prazer tomar conta do seu corpo. Dylan também sentia todo esse prazer, sentindo Lee penetrar cada vez mais fundo e com mais força, fazendo seu corpo tremer e seus olhos verdes revirarem, seus gemidos eram altos e excitados, ele praticamente gritava e tudo isso aumentou quando Lee levou sua mão grande e grossa para o pescoço fino e coberto pela coleira. Segurando firme ali e desferindo um t**a no rosto do ruivo, vendo o mesmo deixar um sorriso tomar conta dos seus lábios. — Bate. — Dylan falou desafiando Lee. — Vou fazer melhor! — Lee disse voltando a penetrar Dylan e acertando sua próstata em cheio, fazendo o ruivo praticamente enlouquecer, sentindo o prazer se tornar quase insuportável, seu corpo foi tomado por tremores e espasmos. Lee continuava a meter sem parar, curvando seu corpo e beijando o pescoço do marido, aumentando ainda mais as sensações, voltou a enforcar Dylan e sentia que poderia gozar a qualquer momento. — A-ah... p***a! E-eu estou perto Dylan também estava, sentia que seu corpo praticamente queimava de dentro para fora, parecia que iria explodir e queria deixar sua p***a sair do seu p*u, mas o maldito objeto não permitia isso. — Lee... Por favor, tira isso! — Dylan implorou, mas a resposta que teve, foi apenas uma sequência de gemidos mais altos e grossos, logo depois sentiu a p***a de Jason Lee lhe preencher por completo. Dylan queria alcançar o prazer, mas não iria conseguir. Aquilo era pior, do que uma surra. — De quatro! — Lee mandou, ficando de joelhos e se retirando de dentro do ruivo. — O-o que? — Dylan questionou sentindo que seu corpo poderia ruir. — De quatro! — Lee falou mais irritado, acertando um t**a na coxa branquinha, vendo a região se tornar vermelha. — E-eu não consigo... — Dylan falou e ele realmente não conseguia, suas pernas estavam moles e fracas, seus braços se encontravam inúteis. — De quatro! — Lee mandou novamente. — Ou você vai levar a surra que eu não te dei! — Ele avisou e Dylan até tentou virar, mas seu corpo ainda sentia o o*****o que não vinha e por isso apenas deixou suas lágrimas tomarem conta do seu rosto, ele não iria conseguir ficar de quatro nem se quisesse. — Tudo bem então. Lee vestiu sua roupa novamente, saindo da cama e indo até o meio do quarto, pegando uma cadeira e a deixando posicionada ali. Depois foi até um dos armários, e pegou algumas cordas vermelhas, sorrindo para Dylan que se encontrava destruído na cama. Jason Lee caminhou até ele, de forma carinhosa o pegou no colo, deixando um beijo na testa suada. Colocando-o sentado na cadeira, mas com o peito, no encosto do objeto. Com muita paciência, Lee foi passando a corda pelos pulsos do ruivo, os prendendo na cadeira de uma forma que ele não se machucasse, depois foram os pés. Dylan já não tinha forças para mais nada, mas soube que tudo iria piorar quando viu Lee trazer o maldito plug vibrador, sem muita resistência ele colocou o objeto na entrada de Dylan, deixando a calda solta na cadeira, ligando o plug que facilmente encontrou a próstata do ruivo. — Você pode escolher amor... Quer que eu te espanque com o que... Chicote, açoite, cinto, palmatória ou com minhas mãos? — Lee perguntou sorrindo para o marido, Dylan não conseguia pensar, não sabia qual era pior. Pensou, mas mãos dele, mas se lembrou que ele costumava apanhar por mais tempo, quando Lee as usava. Pensou no chicote ou açoite, mas aquilo doía tanto, o cinto sempre machucava, mas Lee não o baita por muito tempo e à palmatória também não lhe deixava muito à v*****e. — Um... — Lee começou a contar. — Dois... — Lee foi caminhando até o armário, e passou seus olhos por cada objeto que tinha dito. — Três! Já escolheu, amor? — Cinto... — Sussurrou. — Não te ouvi! — O cinto, Mestre! — Falou mais alto. Lee sorriu e pegou o cinto de couro, o dobrando em forma de arco e logo voltando para atrás de Dylan. O ruivo sentia todo seu corpo formigar, o plug ainda vibra dentro de si, e ele já não conseguia fazer outra coisa, a não ser gemer e se mexer na cadeira, na esperança de um pouco de alívio, que não viria tão cedo. Lee levantou o braço e quando voltou a desce-lo o cinto bateu contra a b***a de Dylan fazendo o ruivo gritar e chorar. Lee bateu de novo, de novo e foi batendo sem se importar com os gritos que Dylan dava, implorando para que ele parasse com aquilo, o ruivo sentia muita dor, mas o prazer se sobressaia e por isso ele se sentia ainda mais a beira do maldito o*****o que não vinha. Sentia todo seu corpo se incendiar e queimar, sentia que poderia desmaiar a qualquer momento. Lee parou de bater, foi para frente do marido e fez o que tanto queria, após dois tapas no rosto delicado, ele voltou a tirar seu embora do aperto da calça e da cueca, direcionando para a boca quente e molhada, fodendo aquela boca como bem entendia, sentindo as lágrimas do ruivo se misturarem com a babá que escorria, por seu pênis. Lee segurava firme os fios vermelhos, sem se importar com nada, nem mesmo quando ouviu o barulho de engasgo, senti do seu corpo tremer e após um rosnado alto e um aperto mais forte ele se despejou ali. Assim que tirou seu m****o da boca do ruivo, Lee se ajoelhou perante Dylan, tirando em apenas um puxão a sonda que estava na uretra do ruivo, logo colocando o m****o duro e pulsante na boca. — Mestre! — Dylan gritou, sentindo seu prazer vindo com toda a força que tinha e assim explodindo na boca do marido e sentido todo seu corpo amolecer. Lee engoliu tudo e quando se afastou achou que tinha acabado, mas Dylan iniciou uma nova série de gêmeos e novamente ele estava gozando forte, mesmo que seu corpo já não tivesse mais forças para isso. E após quando um minuto, dele praticamente gozando e gemendo, o ruivo olhou para Lee e seus olhos foram se fechando, até ele estar completamente apagado. Lee sorriu por ver Dylan naquele estado e assim tirou o plug com cuidado, depois foi desamarrando o ruivo, pegando o pequeno corpo mole em seus braços e o levando até a cama. Dando pequenas batidinhas no rosto marcados por seus dedos, Dylan abriu os olhos e Lee foi até o frigobar que tinha ali, pegando uma garrafa de água, se aproximou e ajudou o ruivo a tomar o líquido. Quando ele acabou, ambos se deitaram, e Lee embalou o corpo do marido, abraçando o ruivo e deixando um beijo em seu cabelo. — Está acordado? — Lee perguntou e Dylan apenas assentiu. — Da próxima vez, será você a apanhar, naquele palco! — Lee falou e Dylan arregalou os olhos, por saber que era verdade. — Pode dormir... — Eu te amo. — Disse com a voz fraca. — Eu também te amo. — Lee disse sorrindo e assistindo o ruivo apenas fechar seus lindos olhos e dormir em seus braços.
Leitura gratuita para novos usuários
Digitalize para baixar o aplicativo
Facebookexpand_more
  • author-avatar
    Escritor
  • chap_listÍndice
  • likeADICIONAR