A menos de seis metros de distância, meio escondido atrás de um dos carvalhos do cemitério, está Dominick. — DOMINICK! Eu chamo por ele. Mas chove muito para ele me ouvir, porque não para. Ele continua com as costas caídas enquanto caminha por um dos caminhos que levam à saída do cemitério. No entanto, ele está andando e eu estou correndo. Tenho tanto impulso acumulado que, quando finalmente o alcanço, quase o derrubo ao contorná-lo por trás. Ele tropeça para frente e depois se vira. O seu queixo cai, impressionado, e então ele me pega nos braços, apertando-me com tanta força que não consigo respirar por um momento. Fecho os olhos e afundo contra o seu corpo. Ignoro a chuva e ignoro todas as realidades que se interpõem entre nós. Só existe Dominick. Abraçando-me. Colocando a minha c

