Os olhos de Dom brilham após as minhas palavras. Olho para baixo e vejo que ele está duro como uma rocha. Em algum momento ele tirou as calças. Eu me inclino, colocando uma mão no peito do meu pai e me apoiando na cama com a outra. Levanto minha bun*da para que Dominick tenha o melhor acesso possível. E aí eu sinto isso ali, dando toques e cutucadas exploratórias no início. O último plug era grande, mas só de olhar já dá para perceber que ele é maior. — Faça isso. Eu grito. — Eu preciso de você dentro de mim. Espero que ele me bata. Parte de mim querer isso. Apesar da forma como ele me preparou, não posso negar que alguns receios ainda permanecem. Mas eu deveria saber que, ao contrário do meu pai, Dominick nunca arriscaria me machucar. — Relaxe e me deixe entrar, querida. Pense em com

