— É… Eu digo confusa, me lembrando que ela não disse o seu nome. — Anabelle. O meu nome é Anabelle. Ela diz com um sorriso no rosto. — Anabelle, você nasceu aqui? Ou foi trazida para cá? Eu pergunto me aproximando ainda mais dela. Ela me olha confusa, como se estivesse tentando entender a minha pergunta. Antes que ela possa dizer qualquer coisa, a porta é aberta novamente e papai entra. — Saia Anabelle. Ele diz rispidamente, e a menina se levanta rapidamente da beirada da cama, abaixa a cabeça e sai praticamente correndo do quarto. — Eu vim examinar você. Ele diz, sem desviar os olhos de mim, mas não consigo enxergar nada através deles. Nem mesmo a luxúria que antes existia. — Eu estou bem. Onde está o Dom? Eu quero saber porque não me lembro de como cheguei aqui? Você me drogou? Eu

