Capítulo 3 Leve Dona Garcia para abortar

1341 Palavras
"Dói...", Darlene quase perdeu a consciência, e ela murmurou de dor. A chuva lavou seu corpo. Ela se encolheu e tremeu. Não havia mais temperatura em seu corpo. Muitos transeuntes a olhavam com pena. Com medo de se meterem em enrascadas ou serem chantageados, ninguém se atrevia a abordá-la. O céu parecia escurecer pouco a pouco, formando uma tempestade ainda maior. Darlene sentiu que realmente estaria morta. Em transe, alguém deu um tapinha em seu ombro. Uma voz feminina gentil e preocupada soou. "Senhorita, você está bem?" Os cantos da boca de Darlene se contraíram, mas ela não conseguiu emitir nenhum som. A mulher saiu e logo voltou. Ela chamou alguns médicos para colocar Darlene na maca e trazê-la para a enfermaria. O rugido do vento e da tempestade parou, e ela foi cercada pelo ar quente. Darlene mais uma vez caiu em um sono profundo. Quando ela acordou novamente, estava escuro do lado de fora da janela e não havia ninguém por perto. Darlene inclinou a cabeça com dificuldade e olhou para as costas da mão. Foi um gotejamento intravenoso. Por um momento, ela esperou que Avery se arrependesse de tratá-la m*l e a carregasse de volta. No entanto, a porta foi aberta e uma jovem médica entrou. Ao ver que Darlene havia acordado, a médica soltou um suspiro de alívio. Ela então fez uma cara séria e colocou alguns relatórios ao lado dela. "Você está grávida. Senhorita, onde está sua família?", ela queria reclamar um pouco, mas quando viu o rosto sombrio de Darlene, ela se conteve. O coração de Darlene de repente disparou. Logo, ela se sentiu ansiosa. "Estou grávida?", Darlene estendeu a mão e tirou o resultado do exame de sangue com muita dificuldade. A médica assentiu. "Sim, já se passaram mais de dois meses. Mas com sua condição atual, eu recomendaria o aborto." Darlene sofria de um estágio avançado de insuficiência cardíaca esquerda. Foi difícil para sua vida durar meio ano. Mesmo que ficasse com a criança, Darlene não conseguiria aguentar até o dia do nascimento. Darlene apertou a folha de exame cada vez com mais força, os dedos continuamente exercendo força e os nós dos dedos claramente empalidecendo. Depois de muito tempo, ela finalmente disse "Quero ficar com ele". Ela não ficou com o bebê por causa de Avery. Este era seu único filho, a única linhagem que ela poderia deixar para trás antes de dizer adeus a este mundo. Darlene sabia que não era uma boa ideia dar à luz uma criança, mas ainda assim não podia desistir tão facilmente. A médica suspirou "Seu próprio corpo é vulnerável. O feto aumentará a carga sobre seu corpo. Claro, respeitaremos sua escolha. Onde está seu marido?" Darlene apertou o relatório com força e mordeu o lábio inferior de vergonha. "Ele está ocupado. Eu posso tomar a decisão." A médica assentiu, impotente. "Ok, então descanse um pouco. Se seus familiares não puderem vir, me ligue se precisar de alguma coisa." A médica deixou um cartão de visita e saiu da enfermaria. Darlene olhou para o nome "Leana Elicott" no cartão de visita e colocou o relatório do diagnóstico de volta na mesa de cabeceira. Ela queria ver seu irmão mais novo, Nigel Garcia, que estava em outra enfermaria. Darlene estava preocupada que Avery colocasse Nigel em um dilema se ele não a visse. No entanto, ela não tinha nenhuma força. Seu coração doía ao sentir o gosto de sangue na garganta. Ela lutou para se mover para a beira da cama e cuspiu o sangue em uma lata de lixo. Ela se sentiu tonta e quase desmaiou novamente. Quando Darlene ouviu o som da porta sendo arrombada, ela sentiu que era tão irreal. Seu corpo inteiro estava queimando. Darlene presumiu que ela estava com febre. Ela foi subitamente puxada para cima e caiu no chão. Ela respirou fundo. A voz furiosa de Avery soou. "Levante-se! Você apenas se ajoelhou por um tempo. Por que diabos você está fingindo ser fraca?" Darlene esbarrou na parede, por muito tempo sem conseguir se mexer. Levou muito tempo para abrir os olhos. Quando Avery a viu assim, um olhar estranho passou por seus olhos. No entanto, quando Avery notou o relatório de diagnóstico na mesa de cabeceira, sua expressão de repente se afundou. Ele disse incrédulo "Você está grávida?" Darlene se animou, pegou o relatório e jogou na lata de lixo. "Não, não é meu. É o diagnóstico de outro paciente." Suas informações de identidade não estavam na folha. Independentemente de querer ou não a criança, Darlene não queria que Avery soubesse da existência da criança. Isso só se tornaria outra desculpa para Avery e Vivian torturá-la. Avery olhou para Darlene por dois minutos inteiros e disse em voz baixa "Darlene, você não é boa em mentir. Eu lhe disse naquela época que posso lhe dar qualquer coisa, mas você não pode gerar meu filho”. Avery não podia permitir que Darlene desse à luz seu filho. Mas, de alguma forma, quando soube da gravidez de Darlene, não ficou chateado. Darlene agarrou o relatório com força. "Não estou grávida. Realmente não estou." Avery ainda queria dizer algo mais, mas Vivian entrou lentamente. Com os olhos vermelhos, ela parecia lamentável. "Avery, a Sra. Garcia está grávida?" O traço de pena que apareceu nos olhos de Avery foi instantaneamente substituído por uma grande culpa. Ele se aproximou e puxou Vivian em seus braços. Sua voz era tão gentil. "Você está sendo travessa de novo. Por que você me seguiu até aqui? Você ainda está grávida. E se você cair?" Uma gota de lágrimas caiu no rosto de Vivian. "Avery, a Sra. Garcia está grávida de sua carne e sangue. Eu não deveria ter voltado. Uma mulher suja como eu não está qualificada para ficar ao seu lado." Avery abraçou Vivian com força, sentindo pena dela. Ele pensou em como Vivian sofreu tanto durante aqueles anos no exterior e como ela foi arruinada por um homem. Mas ele acreditou nas palavras da mulher venenosa e interpretou m*l Vivian. Avery se sentiu tão culpado por se casar com Darlene que seu coração doeu. Ele continuou confortando ela. "Vivian, não seja boba. Não vou deixar outra mulher dar à luz meu filho. Só quero você pelo resto da minha vida." Darlene subconscientemente deu um passo para trás. Ela teve uma má premonição e queria fugir. Quando recuou, seus ombros foram pressionados pelos guarda-costas de Avery. Ela sabia que não poderia escapar naquele dia. Ela tremia incontrolavelmente e disse com a voz trêmula "Eu vou me divorciar de você e deixar você se casar com Vivian. Por favor, deixe-me ficar com esta criança. É minha. Não tem nada a ver com você”. O rosto de Vivian estava cheio de tristeza quando ela gentilmente empurrou Avery para longe. Sua voz estava cheia de mágoa. "Sou eu que preciso fazer um aborto. Avery, como a dona Garcia está grávida, você precisa ficar mais com ela. Vou sair agora." Avery estendeu a mão e segurou a mão de Vivian. Ele olhou fria e impiedosamente para os guarda-costas que o seguiam. "Leve dona Garcia para um check-up. Se ela estiver grávida...", ele parou por um momento. Pensando em algo, ele disse novamente "Faça um aborto para ela". Os dois homens altos e robustos imediatamente se aproximaram e arrastaram Darlene para fora. Sofrendo uma dor lancinante, Darlene gritou em desespero "Avery, você não tem o direito de matar meu filho. Eu o sirvo há três anos. Não lhe devo nada. Por que você fez isso comigo?" Quando o som de passos desapareceu, sua voz enfraqueceu. "Se eu perder o filho, nunca mais poderei engravidar..." Ela não poderia viver o suficiente para ter outro filho. As lágrimas de Vivian escorriam por seu rosto como contas enquanto ela se encostava no peito de Avery. Ela continuou chorando, apesar do grito cada vez menor de Darlene. "É tudo minha culpa. Eu fui inútil. Se eu não tivesse sido levada para o exterior, não teria colocado você em uma posição tão difícil hoje..."
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