PARTE DOIS Lanço a faca já sabendo que não vou acertar meu alvo. - Ai Wena! Sou eu - Alev grita, sua voz alarmada. Ops. Ou vou. Ele leva a mão à bochecha, sangue brotando ali. - Eu sei - ronrono. Mal consigo conter o sorriso ferino. - E atirou a adaga mesmo assim? – Ele encara a própria mão, manchada com seu sangue. O cheiro almiscarado e picante de seu sangue me atrai de alguma forma. - Eu estou sangrando! - ele constata, parecendo indignado. Minha risada ecoa na tenda. Baixa e melódica. E um pouco maléfica. - Significa que está vivo né? - é minha resposta. Olho para minhas unhas. Eu as amo. Tão lindas e poderosas ao mesmo tempo. Capazes de arrancar uma cabeça. - O que?! - ele questiona. - O que o que Alev? - pergunto já perdendo a paciência e o olhando por entre os cíli

