Caminho de volta para a fortaleza revigorada. Me sentindo bem como nunca. Mal me lembrava dessa sensação de clareza e tranquilidade. Refaço meu caminho, e entro no quarto pela janela. Caminho em direção à porta e ao tocar na maçaneta, me recordo de que estou nua. E minha mão está preta, de magma, lava e cinzas. Faço a banheira se encher de água e entro ali, me esfrego rapidamente e enxáguo meu cabelo. Ao me olhar no espelho, há mais fios alaranjados do que vermelhos. Interessante. Vou até o baú e encontro um vestido preto brilhante ali. Não sei de onde Marina tira essas coisas, e esse particularmente, eu amei. Tem um decote em V muito profundo e parece couro agarrado a minha pele. Pego o diadema que ela certa vez colocou em minha cabeça e faço o mesmo, puxando a parte

