- Ajoelhe-se Andrômeda – ordeno. A bruxa infla as narinas e me encara. - Não – diz ela. - Não – repito. Seu olhos ficam mais injetados, e nos encaramos. A mero pensamento, faço o acampamento tremer, a terra a nossa volta ondula e se modela a minha vontade. - Você diz que é uma Bruxa da Terra e que não é muito menos que eu. Então prove. Faça o chão parar de tremer e então permitirei que não se ajoelhe a mim e ainda assim, viva. Ela semicerra os olhos. - Qual é a charada? - Não tem charada – aponto para as Bruxas a nossa volta. – Temos várias testemunhas. Faça o chão parar de tremer e manterei minha palavra, desde que você cumpra a sua parte. - Fechado – diz ela, um brilho permeando seu olhar. Andrômeda se agacha e coloca a mão no chão. As outras olham em expectativa.

