Confissões

1913 Palavras

Após o jantar, resolvo caminhar no pátio para esfriar um pouco a cabeça. Tera começará a observar Aria hoje. Sinto medo do que podemos vir a descobrir. Ainda sinto sua perda. Era bom e reconfortante tê-la ali, como um oráculo. Eu gostava dela nas reuniões e de ter certezas. Mas assim é a vida, não se pode ter tudo. E seu afastamento repentino é muito estranho, e no mínimo, causa suspeitas. Eu m*l a vejo, e antes ela vivia entre nós. A brisa noturna é mais fresca e sinto os pelos dos meus braços se arrepiar. Imediatamente aumento a temperatura do meu corpo. Uma bruxa de fogo jamais passaria frio. A fortaleza está ficando mais calma, e começo a ouvir os sons da vida noturna. Escuto um dos cantos mais lindos que existem em minha concepção: uma coruja suindara.

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