Caminho entre os presentes, o Grande Mestre fez menção de ficar quieto. Está olhando para o ponto no chão onde havia a f***a de fogo e lava. Não abriu a boca até então. - E então? - pergunto às Bruxas que tem a vida dele nas mãos. - O que pretendem fazer? Ninguém se manifesta. - Eu quero ouvi-las - meu tom de voz é firme. - Quero que falem o que querem que seja feito com ele. O m*l infligido foi a vocês, e não a mim – olho delas para Andrômeda. - Ou a ela, ou a Ayla... Marina. Mas a vocês. Encaro uma a uma. - Vocês têm voz aqui, e não pedirei mais uma vez para que falem. - Morrer parece... pouco – uma delas se pronuncia. - Fácil demais – uma outra concorda. Essa última tem um corte cicatrizando de fora a fora no braço. - Eu tenho uma ideia – Ayla dá um passo à

