No dia seguinte, Helena acordou com uma sensação de leveza que não sentia havia muito tempo. O corpo ainda carregava o cansaço da noite intensa, mas era um cansaço bom, daqueles que aquecem o peito e acalmam a mente. Havia algo diferente naquela manhã, talvez a certeza silenciosa de que, pela primeira vez, o futuro não parecia uma ameaça. Ela ainda estava desperta quando Dante entrou no quarto com uma bandeja de café da manhã nas mãos. Helena sorriu automaticamente, sentando-se na cama e puxando o lençol até o colo, cobrindo o corpo nu sem qualquer pressa. Havia i********e demais entre eles para constrangimentos. — Não precisava trazer café na cama — comentou, a voz ainda rouca de sono. — Os meninos também precisam comer. Dante apoiou a bandeja com cuidado sobre o criado-mudo. — Ele

