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1080 Palavras

Sophia Eu não discuto, apenas aceito a situação e desço do carro. Eu precisava continuar com meu teatro de garota inocente, pelo menos para ele. — Você acha que eu não vou poder mais voltar para o meu apartamento? — Eu pergunto, tentando manter a calma, mas com um toque de desafio na voz. — Vai, mas me deixa ter certeza de que as coisas estão tranquilas — ele responde, sem mudar sua postura. — Só que eu não sei se confio mais em você — eu digo, com um olhar firme. — Eu não sou acostumada com as pessoas me apontando uma arma na minha cabeça. Ele se aproxima e passa a mão suavemente pelo meu rosto, como se tentasse amolecer o momento tenso. — A gente se conhece há pouco tempo e tantas coisas aconteceram depois que nos conhecemos — ele comenta, sua voz mais suave, mas ainda carregada de

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