9

3030 Palavras

Quando o sol da manhã bateu nos meus olhos, fiquei incomodada, mas o que me acordou de verdade foi o barulho da porta se abrindo. Parei de respirar por alguns segundos para ouvir o som. Não podia ser o Max já que podia senti-lo ao meu lado na cama, e duvidada que fosse o dono do estabelecimento entrando com tanta cautela. Discretamente coloquei a mão debaixo do travesseiro e segurei a arma, pronta para o ataque. Ao meu lado senti Max fazer a mesma coisa. Ficamos os dois calados, esperando atentamente. Quando um barulho alto soou de repente, eu e ele nos erguemos com a arma mirada para a alma infeliz que tinha entrado no quarto. O cara de terno na nossa frente olhou de cara feia de mim para Max, sem levantar as mãos ou se assustar com nossa reação. Nenhum barulho de tiro também, isso po

Leitura gratuita para novos usuários
Digitalize para baixar o aplicativo
Facebookexpand_more
  • author-avatar
    Escritor
  • chap_listÍndice
  • likeADICIONAR