Enquanto eu estava presa em algo que poderia ser um pesadelo ou pior uma visão, Ravi e Maha voltam de suas atividades e me encontram prestes a entrar em ebulição. Os meus olhos irradiavam uma luz e as tatuagens também. —O que vamos fazer? —Pergunta Maha. —Eu não sei… ela parece inconscientemente, talvez devêssemos acordar ela. Ambos se entreolham, Ravi chega por de trás, ao tocar em mim sua mão queima o fazendo dar um grito de dor. —Não podemos tocá-la —Pegamos uma vareta? —Algo para baixar a temperatura dela… acredito que funcionem melhor… —Posso descobrir o que está acontecendo na mente dela! Enquanto você… —Certo! Maha se senta em minha frente e entrelaça as pernas, ela junta os polegares e depois os dedos mínimos e por último une as palmas das mãos. —Majestade, vou

