Desci de mãos dadas com Clarisse, o corpo dela ainda quente do banho, o cheiro doce da pele impregnado em mim. Assim que entramos na sala, Donna ergueu as sobrancelhas, meio divertida. — O prédio inteiro escutou que ela é sua... Clarisse escondeu o rosto no meu peito, e eu a abracei, sentindo o riso preso na garganta. — Ai, meu Deus, que vergonha... ela murmurou. Apertei ainda mais os braços em torno dela. — Não esquenta com isso. Donna disse e apoiou o cotovelo na bancada, rindo. — Pois é, Clarisse. Não tem como esconder mais nada, não. Eu passei a mão pelos cabelos dela, orgulhoso. Não tinha nada que eu quisesse esconder. — E então, vão sair? Donna perguntou. Olhei para Clarisse, depois respondi: — Pensamos em ficar. — Servidos, então? ela disse, abrindo os braços co

