Capítulo 78

1286 Palavras

BETINA Mano, quando ouvi a moto do Renan parando na frente de casa, um peso enorme saiu dos meus ombros. Eu tava andado de um lado pro outro na sala, o coração na boca. Eu não conseguia parar de chorar, de tremer, de imaginar o pior. Mas agora, o som da moto, o passo pesado dele na porta, me fez correr pra abrir, e lá tava ele, meu Renan, machucado, suado, mas vivo. — Tô de boa, gatinha. Acabei com a vida daquela desgraçada. Ela não vai mais tirar nosso sossego nunca mais — ele falou, me beijando, me abraçando forte, o cheiro de suor grudado nele, mas eu não ligava. Eu sequei minhas lágrimas já sorrindo, o alívio me enchendo como uma onda que lavava toda a angústia. — Que bom, Renan, é a melhor notícia que eu poderia receber hoje — eu disse, e ele pareceu relaxar finalmente, os ombros

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