ARIELA Fui até o bar e chamei o Barman. Eu precisava desesperadamente de uma bebida. Peguei o copo sem esperar mais e em um só gole o engoli, fazendo o líquido queimar minha garganta. Entediada no meu lugar e soltando um suspiro atrás do outro, dei um pulo quando alguém me fez cócegas. — Tire essa cara de zumbi, Ari — Samael sorriu, pegando meu rosto em suas mãos e apertando-o. — Isto é uma festa. Não é um velório. Comecei a rir, e Amara também, ficando ao meu lado e segurando meu braço. — Você está absolutamente certo. Mas meu humor melhoraria muito se aquele cara me desse mais para beber. Samael olhou para ele, deu de ombros e então pulou agilmente para o outro lado do bar. Amara balançou a cabeça enquanto eu olhava para ele divertida. Aparentemente eles aproveitaram a ausência de

