ARIELA — Não me trate como se eu fosse estúpida, muito menos como se eu fosse sua propriedade. Ele torceu o rosto, confuso e um tanto desorientado. Nós dois sabíamos que nosso relacionamento era como uma fuga de tudo que era ruïm, mas desde o incidente em Los Angeles, eu estava sendo prejudicada por suas explosões violentas de possessividade. Eram justamente esses descontroles que tornavam a companhia dele insuportável, porque sempre acabávamos assim, ele um completo i****a e eu furiosa. — Em que momento você começou a desenvolver essa rejeição em relação a mim? — ele quis saber com um olhar cheio de dor. — Assim que você libertou o b****a arrogante que existe dentro de você. Eu não suporto que você sempre queira me controlar, eu não suporto quando você me trata como se eu não fosse n

