Soprei o cigarro em minha em meus lábios, arqueando uma sobrancelha quando os olhos dele encontraram os meus. A satisfação dever o medo nos olhos dele era impagável, meus demônios conversam na minha mente achando graça da cara de palhaço que ele mantinha, confuso e sem reação. Eu iria me sentiria satisfeito se o i****a estivesse morto, mas, por ora, estava saciado da necessidade de sangue que sentia. — Venha, rapaz. Você precisa ver um médico — orientou Luís. — O que raios aconteceu aqui? — gritou Gustavo, procurando por culpados. Fiz uma mesura leve com a cabeça e sorri para Dereck, desafiando-o a falar de mim. Ele engoliu em seco o seu próprio ar subiu e desceu diante da ameaça. Ele sabia que a morte chegaria para ele se fizesse isso, como consequência por ter tocado a minha espos

