CAPÍTULO 68 (ANA LÚCIA )

1368 Palavras

Meus olhos brilharam com emoção e um sorriso sincero se espalhou em meu rosto. — Ah, Deus, eu amei! — gritei, eufórica, sem conter meu tom de voz. Não carregava armas comigo porque, se fosse descoberta, não teria como explicar para outras pessoas. Às vezes, como no caso da boutique, levava apenas uma faca. Mas um anel era perfeito, um ótimo disfarce e de fácil alcance. A pequena faca em formato de flor brilhava nos meus dedos, refletindo a minha imagem na lâmina afiada. Era tão linda e delicada, e cortaria uma garganta facilmente. — Gostou mesmo? — indagou, levando as mãos aos bolsos da calça. Pulei sobre ele, disparando beijos em seu rosto e boca. — É perfeito! — exclamei. — Não perfura um coração, mas causa um estrago bonito em um pescoço — disse, recolhendo-o das minhas mãos para

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