Minha respiração falhou e meu e os batimentos do coração aceleraram com força, martelando em meu peito em um ritmo descompensado. Eu estava rígida e imóvel, sem saber o que fazer ou como reagir. — O que você está fazendo? — sibilei, verbalizando em voz alta a pergunta que retumbava em minha mente. Ele não podia achar que eu era a informante, certo? Como ele ousaria pensar algo assim de mim? A risada que ele soltou, cheia de malícia e raiva, me deixou histérica e confusa. — Como estávamos falando... — Mordeu o lóbulo da minha orelha. — Sobre o maldito traidor que temos na máfia. Céus! O que estava passando pela cabeça do Vincenzo? Lágrimas de raiva, mágoa e desespero nublaram a minha visão. O coração que batia em meu peito estava se partindo, levando com ele o último resquício de al

