Justin Williams -
Sigo para a empresa estressado.
Acordei de mau humor, então espero que ninguém venha encher o meu saco.
Entro e todos na recepção me cumprimentam, eu não digo nada, apenas sigo pra a minha sala.
A minha secretária entra no elevador comigo, me deseja bom dia eu não digo nada.
Ela é bastante competente, mas o problema é que ela fica se jogando para cima de mim, ela é uma mulher muito bonita, mas não gosto de misturar vida pessoal e profissional.
Então eu simplesmente ignoro esse ponto dela. Entro na minha sala, ela entra e me passa a minha agenda.
Ao colocar a minha xícara de café na mesa, ela endireita o decote da roupa.
Nego com a cabeça rindo.
- Precisa de mais alguma coisa? - ela pergunta maliciosa.
_ Não. Pode ir. - falo firme.
Ela pode ser bonita, mas não chega aos pés do me anjo. Ela é simplesmente perfeita.
Com aquele corpo delicioso, aqueles p****s que só de imaginar o meu m****o da sinal de vida.
Seguro o meu m****o com força debaixo da mesa.
Jogo a cabeça para trás.
Que p***a, está a doer de tanta excitação, se ela nem esta aqui e tem o controle da minha mente e o meu corpo, imagina quando eu vê-la nua e pessoalmente.
Minha nossa senhora, aquele corpo nu deve ser coisa de outro mundo.
Passo a mão na cabeça frustrado.
Não vou me masturbar no trabalho, ela não irá me fazer agir assim
Passo o dia com ela na mente, não consigo me concentrar no trabalho.
Julgo que só preciso tê-la uma vez e irei esquecer-la.
Só uma vez.
Saio do trabalho tarde e sigo para rua.
Paro o carro ao ouvir um grito estridente.
- Alice Smith -
_ Então você está na casa da sua mãe? - pergunto para Carol.
- Sim, por sorte você tem esse seu amigo, a casa da minha mãe é muito pequena, já estava imaginando como iria ficar apertado lá nós três. - ela fala e faz um careta.
Eu dou risada negando a cabeça.
Termino de limpar o balcão e as mesas, e logo é o meu horário de ir embora.
_ Bom, eu já vou. - falo e dou-lhe um beijo na bochecha.
Ela me abraça e eu sigo o meu caminho.
Sinto minha mão ser puxada bruscamente.
Sou pressionada contra parede, sinto uma mão no meu pescoço.
- Lembra da gente gatinha. - um dos homens fala, eu abri os olhos e percebo que são os mesmos homens da cafeteria. - Você é irresistível. - ele fala e começa a cheirar o meu pescoço. - cheiro delicioso - ele fala ainda me cheirando.
Outro homem se aproxima de mim.
_ Me soltem, por favor - peço apavorada pelo medo.
- Não precisa se fazer de difícil. - ele fala
_ Eu não estou me fazendo de difícil, será que você não entende que eu simplesmente não quero? - falo com os olhos cheios de lágrimas.
- Vai ser divertido. - ele fala e começa a passar a mão pelo meu corpo.
Os outros dois caras se aproximam de mim.
Um tenta me beijar, mas eu solto um grito, pedindo socorro.
_ SOCORRO, SOCORRO. ME AJUDA POR FAVOR. - peço a gritar com a voz embarcada pelo choro.
Espero que gostem.