Capítulo 6 -

557 Palavras
Justin Williams - Sigo para a empresa estressado. Acordei de mau humor, então espero que ninguém venha encher o meu saco. Entro e todos na recepção me cumprimentam, eu não digo nada, apenas sigo pra a minha sala. A minha secretária entra no elevador comigo, me deseja bom dia eu não digo nada. Ela é bastante competente, mas o problema é que ela fica se jogando para cima de mim, ela é uma mulher muito bonita, mas não gosto de misturar vida pessoal e profissional. Então eu simplesmente ignoro esse ponto dela. Entro na minha sala, ela entra e me passa a minha agenda. Ao colocar a minha xícara de café na mesa, ela endireita o decote da roupa. Nego com a cabeça rindo. - Precisa de mais alguma coisa? - ela pergunta maliciosa. _ Não. Pode ir. - falo firme. Ela pode ser bonita, mas não chega aos pés do me anjo. Ela é simplesmente perfeita. Com aquele corpo delicioso, aqueles p****s que só de imaginar o meu m****o da sinal de vida. Seguro o meu m****o com força debaixo da mesa. Jogo a cabeça para trás. Que p***a, está a doer de tanta excitação, se ela nem esta aqui e tem o controle da minha mente e o meu corpo, imagina quando eu vê-la nua e pessoalmente. Minha nossa senhora, aquele corpo nu deve ser coisa de outro mundo. Passo a mão na cabeça frustrado. Não vou me masturbar no trabalho, ela não irá me fazer agir assim Passo o dia com ela na mente, não consigo me concentrar no trabalho. Julgo que só preciso tê-la uma vez e irei esquecer-la. Só uma vez. Saio do trabalho tarde e sigo para rua. Paro o carro ao ouvir um grito estridente. - Alice Smith - _ Então você está na casa da sua mãe? - pergunto para Carol. - Sim, por sorte você tem esse seu amigo, a casa da minha mãe é muito pequena, já estava imaginando como iria ficar apertado lá nós três. - ela fala e faz um careta. Eu dou risada negando a cabeça. Termino de limpar o balcão e as mesas, e logo é o meu horário de ir embora. _ Bom, eu já vou. - falo e dou-lhe um beijo na bochecha. Ela me abraça e eu sigo o meu caminho. Sinto minha mão ser puxada bruscamente. Sou pressionada contra parede, sinto uma mão no meu pescoço. - Lembra da gente gatinha. - um dos homens fala, eu abri os olhos e percebo que são os mesmos homens da cafeteria. - Você é irresistível. - ele fala e começa a cheirar o meu pescoço. - cheiro delicioso - ele fala ainda me cheirando. Outro homem se aproxima de mim. _ Me soltem, por favor - peço apavorada pelo medo. - Não precisa se fazer de difícil. - ele fala _ Eu não estou me fazendo de difícil, será que você não entende que eu simplesmente não quero? - falo com os olhos cheios de lágrimas. - Vai ser divertido. - ele fala e começa a passar a mão pelo meu corpo. Os outros dois caras se aproximam de mim. Um tenta me beijar, mas eu solto um grito, pedindo socorro. _ SOCORRO, SOCORRO. ME AJUDA POR FAVOR. - peço a gritar com a voz embarcada pelo choro. Espero que gostem.
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