- Achei que você não viria mais! - disse Edward, rodando a chave nos dedos. - Por que merda você não entrou? - bateu a porta do carro. - Me espere na porta do bar. Eu sei ler! - mostrou o celular. André sorriu, balançando a cabeça e uma pequena risada apareceu. Guardou a chave do carro no bolso e tocou o ombro de seu irmão, levantando o olhar e espiando o bar pelo vidro. A rua não era tão iluminada, o que fazia que o toldo que cobria o local deixasse-o mais escuro e aconchegante. Não se lia tão bem o Paragon escrito em dourado, mas a silhueta que ele observava pelo vidro era inconfundível. Os pequenos cachos de Carolina e seu pé batendo de modo nervoso no chão, de alguma forma indicavam que era quem ele estava procurando. Ambos entraram e Eliezer fez alguma piada, que foi completamente

