O sol entrava tímido pela fresta da janela, aquecendo o quarto de forma suave. Acordei devagar, ainda aninhada no peito de Theo, que respirava tranquilo. Era domingo… sem despertador, sem correria, sem aula. Só o som abafado do movimento no corredor e a brisa leve que atravessava a janela entreaberta. Me espreguicei com cuidado, tentando não o acordar, mas falhei miseravelmente. — Tá me abandonando, é? — A voz rouca dele, meio preguiçosa, me faz sorrir. — Só tentando não esmagar seu braço. — Dou risada, ajeitando o cabelo num coque bagunçado. — Mas, tecnicamente… sim, estou te abandonando. Ele ri, apertando a minha cintura de leve e me puxando de volta para a cama. — Só mais uns cinco minutinhos. — Pede, com aquele tom manhoso que ele sabia que eu não resistia. Ficamos em silên

