Capítulo 5

1045 Palavras
Capítulo 5 ADRIAN NARRANDO Eu nasci em uma família muito poderosa, que há gerações cada vez mais faz seu império vim crescendo. Meu pai nunca foi um bom filho, muito menos um bom CEO, ele precisava de um herdeiro e se casou com a minha mãe, que no meu parto morreu. Eu cresci praticamente abandonado pelo meu pai, fui criado pela babá, minha avó sempre foi muito ocupada e por mais que tentasse ser presente não conseguia. Os anos se passaram e eu cresci, me formei com as melhores notas, virei um homem arrogante, egoísta, com metas e focos apenas no dinheiro, amor não existe e se existe eu ainda não o encontrei. Para dizer que não tenho nenhum sentimento, existem duas mulheres que conseguem isso de mim, minha avó e Lisa com quem tenho uma certa amizade com benefícios. Eu venho sendo sempre elogiado, sou considerado um gênio pelos professores e empresários que tive a oportunidade de conhecer, então depois de estudar minuciosamente a empresa da família e descobrir o fracasso do meu pai como CEO, eu resolvi pedi para minha avó me dar uma chance na empresa, ela aceitou, já que meu pai era uma lástima como CEO, ela me deu um ano para provar minha capacidade. E eu prometi para mim mesmo que seria o melhor que já passou pelo posto, então trabalhei dia e noite durante um ano, sem descansar. E o resultado veio, nesse um ano, eu fiz a empresa triplicar o patrimônio, sem falar nos prêmios, nos novos investimentos e sócios que conseguir. Se nossa empresa já era poderosa ela ficou inigualável. Minha avó ficou abismada e disse que eu me tornaria o CEO da empresa, que da minha capacidade ela não tinha dúvidas, meu pai questionou, disse que nenhum CEO assumiu o posto sem está casado, que estava errado, e colocou inúmeros pretextos para eu não assumi o posto no seu lugar. Minha avó então disse que eu iria assumir o posto e já estava decidido, mas para isso eu teria que casar com uma garota, mas não seria qualquer garota, seria uma que ela escolheu, pelo o que entendi seu pai tinha uma divida conosco e a filha era o pagamento. – Uma garota que se vendeu para minha avó, para mim. Já imagino o caráter de uma pessoa assim. Ambiciosa? Sem escrúpulos? Quem se casa com quem nem conhece? Sem amor? Sem sentimento? Eu ainda cheguei a questionar sobre isso com a minha avó, mas ela defendeu a garota, sem usar argumentos concretos, enfim eu aceitei, mas a minha opinião sobre a garota permanece a mesma. No final eu fui obrigado pelas circunstâncias a se casar com ela, o posto de CEO sempre foi o mais importante para mim, e por ele eu faria qualquer coisa, mas o meu coração e o meu amor ela nunca terá, e isso vou deixar bem claro. E não existirá nenhum herdeiro já que nunca vou confiar em uma mulher que se vende por dinheiro. Chegou o dia do casamento e minha avó precisou fazer uma viagem de última hora e não pôde estar presente no meu casamento, porém acredito que ela e Victoria se conheçam, já que ela se vendeu para minha avó e mesmo assim a mesma continua defendendo ela, meu pai então nem se quer apareceu, não deu desculpas e eu também não me importei, minha meia irmã até foi, mas ficou distante nitidamente aborrecida por me casar com uma garota que não pertence a nossa classe social. E agora eu estou em lua de mel com uma mulher que não desejo. Mas que aparentemente não parece que vai me dar trabalho, diria que Victoria é obediente. Eu dormi com ela ontem, por dois motivos, o primeiro meu casamento precisa parecer de verdade, e ficar o tempo todo em um quarto separado pode gerar comentários, segundo por um momento eu sentir pena dela. – Ei! Estou te chamando e você não responde! Lisa fala me balançando de pé na minha frente. Eu estava esperando ela em restaurante perto do hotel e comecei refletir na minha trajetória até aqui. – Não vi você chegando. – Eu percebi Adrian, estou te chamando e nada de você responder. Ela fala se sentando na cadeira do meu lado. – Onde esta sua esposa? – No quarto, ou onde ela quiser. – Interessante, ela não sente ciúmes de mim? – Eu vim passar a tarde com você e não falar da Victoria, vamos aproveitar que amanhã mesmo volto para casa. – Que lua de mel rápida, até nossas viagens são mais demoradas. – Eu sou um CEO muito ocupado não tenho tempo de ficar em lua de mel, muitos compromissos estão me aguardando voltar. – Certo querido, não fique nervoso, vamos nos divertir ok? Eu apenas confirmo com a cabeça e passo a tarde bebendo e conversando com Lisa. – Já está tarde, vou embora. Amanhã embarco cedo. – Só mais um pouquinho Adrian, não seja chato. Lisa fala com uma taça na mão. Ela nunca quer ir embora. Eu me levanto da mesa e falo. – Um dos meus homens vai te levar até o quarto, eu preciso ir. Falo saindo e sentindo a bebida fazer efeito, eu volto para a recepção do hotel e subo para o andar de elevador. – Essa noite vou dormir no meu quarto. Falo para mim mesmo, mas quando eu passo pela porta do quarto onde Victoria está, eu resolvo ver se ela está no mesmo. Abro a porta com o cartão e vejo ela dormindo, eu me aproximo e a vejo com uma camisola transparente que mostra as curvas do seu corpo perfeitamente. Eu nunca tinha prestado atenção em como Victoria era gostosa. Eu passo minha mão pelo seu corpo que faz ela acordar assustada. Ela me olha e não diz nada. Um desejo de fazer sexö com ela me consome. Eu sou seu marido, tenho meus direitos. Esse casamento até que pode servir para algo: Me satisfazer! – Aconteceu algo Adrian? Ela fala baixo sem desviar seu olhar e fixando seus olhos nos meus. – Sim! – O que? É grave? Já é tarde da noite. – Victoria eu quero fazer sexö com você. Falo sem nenhuma cerimônia, fazendo ela me olhar surpresa.
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