O Titanic liberto, saí disparado pela fazenda, enquanto o meu fica parado. Vou em direção dela, que está estendida no chão. — Patricinha? Patricinha? — pergunto, me abaixando na direção dela. Estou com meu coração parecendo que vai sair pela boca. — Qual o seu problema, Zangado? — Ela se levanta. — Fica quieta, você caiu. — E daí? — ela resmunga, mas quando tenta se apoiar na mão, faz uma careta. — Machucou? — pergunto preocupado. Ela desvia os olhos de mim, enquanto fica de pé de novo. — Foi sua culpa — ela resmunga. — Minha culpa? Eu pedi para você parar. Esse cavalo já derrubou muita gente e eu estava tentando te dizer isso. — Fico de pé e vou atrás dela, que está resmungando sozinha. — Eu sei montar, eu sei controlar um cavalo. Mas você o assustou! Engulo em seco, porque nã

