“Só tenho uma chance”, essa frase curtinha está tendo uma capacidade fora do normal de me deixar nervosa enquanto repito-a em minha mente incontáveis vezes durante o meu dia, acompanhando algumas das atividades da fazenda realizada pela Zelinha e do José, seu esposo. Não vou mentir, fiquei insegura em relação a conseguir mesmo comandar tudo isso sozinha enquanto não tenho notícias do Duda. A primeira noite dormindo sozinha na fazenda foi superada com sucesso, mas os restos dos dias aqui ainda serão bem desafiadores. Quando vi o Zangado tangendo o gado no fim de tarde, senti meu coração acelerar ainda mais, porque a insegurança de só ter uma chance em algo que coloca minha vida em risco é assustadora. O hipismo eu domino super bem, mas a vaquejada de fato é algo muito novo para mim. Estou

