Angelina entrou em casa ainda em êxtase, parou de controlar a adrenalina que havia tomado conta do seu ser como uma droga, deu risada, sentiu vontade de pular, de dançar, de gritar... Sentia-se uma adolescente, o toque do celular chamou a atenção da mulher, durante o dia inteiro nem mesmo se lembrou do aparelho, foi até a mesa em que tinha deixado o celular ainda sorrindo. Não tinha o número salvo, ainda assim atendeu. - Alô - Alô, senhora Angelina Muniz Dubreuil? - Sim - Precisamos que venha ao Hospital Samaritano, o seu marido foi trazido para cá e precisamos da presença de um responsável. - Meu marido? O que aconteceu? - Senhora, quando chegar a equipe médica poderá dar mais informações, eu sou da área administrativa, não tenho essas informações. Apenas que o senhor Henrique

