Me ocorreu que poderíamos jantar em um dos restaurantes ao longo da baía, sem grandes ostentação, mas sim num lugar tranquilo e ínti*mo, um lugar onde pudéssemos conversar. Por algum motivo, eu gostava da companhia de Fátima. Os assuntos fluíam naturalmente com ela. Ela era inteligente e versada em vários assuntos, e o seu sorriso jovial era contagiante, mas o que eu mais gostava era que Fátima irradiava luz, em contraste com um homem como eu, a quem a vida tornara monótono. — É bom que o seu pai cuide de você. Suponho que seja assim que todos aqueles que têm filhas são. Ele disse, um pouco mais relaxado. — Sim, eu também acho. Eu puxei a cadeira para que ela se sentasse. O gesto galante e cavalheiresco agradou Fatima, que o olhou fascinada. O traje casual não diminuía a sua beleza. Pel

