A descoberta

3320 Palavras
RACHEL __ O que?.- Gargalho mais ainda. Eduardo foi na empresa de Levinsk, e agora esta me contando cada novidade. Estou passada com algumas coisas, para falar a verdade estou é feliz por ele estar um i****a como sempre. __ Sim, ele disse que vendeu as ações da empresa, por que uma mulher sumiu da vida dele. – Essa mulher  poderia não  ser eu, mas poderia ser outra no mesmo momento em que eu fui dele? Ou melhor, outra pergunta, eu fui dele? Não  eu não fui nada dele! Fato. __ Coitado. – Disse olhando para minha barriga enquanto como um pote enorme de pipoca. __ Você  não  sabe é da pior. – Sua voz mudou no mesmo momento. __ O que?.- Pergunto encarando um ponto fixo na parede do quarto. __ Ele exigiu sua presença.  – meu coração  acelera.  __ Disse que caso você não  compareça não terá cem por cento uma verdadeira dona da Inter.  – Ele por algum lado estava certo.  __ O que vou falar com ele?. – Eduardo pergunta. __ Avise que eu vou.  – Eduardo parece não  concordar. Mas me tornei uma mulher, não uma criança.  Vou ir e mostrar minha verdadeira identidade. __ A festa é amanhã. – Como assim festa? __ Festa?.- Pergunto não  acreditando. __ A sua chegada, merece ser considerada feita, de maneira que deixe ele bobo.- Isso  sim era verdade.  __ Você  já  é dona da Inter então sinta-se a vontade para fazer uma visita caso deseje. – Isso era mais que perfeito. __ Obrigada Eduardo. – digo enquanto ele me diz o horário  que devo ir. _ Então  eu tenho um jatinho certo?.- pergunto. __ Isso. – Então  eu iria no meu próprio jatinho e encontraria com Eduardo lá.  __ Então assim que aterrissar eu te ligo. -Ele concorda calado. __ Mas por favor, arrase. – Eu sabia realmente o que ele queria, e era exatamente o que eu faria. Tirei do meu guarda-roupa  uns vestidos, e algumas peças  de roupa que usaria. Houve um problema com a mulher do moço que viria vim pegar a mudança, e então reamarquei para semana que vem. Não pretenderia ficar por muito tempo, então  eu sim poderia ter finalmente minha normal. Mas eu o veria amanhã, como eu poderia estar tão calma? Eu veria após dois meses Levisnk. Meu coração acelerou, e infelizmente tive que conviver com isso. Chamo por Maik e ele aparece abatido na porta. Coitado, desmaiou na sala de ultrassom  de felicidade. A médica disse que isso é raro, e a resposta? É que ele é único. __ O que está fazendo?.- pergunta Maik se sentando na minha cama com carinha de triste. __ Vou ter que ir a Nova York. -Seus olhos se arregalam. __ Você vai ir para rancar as bolas deliciosas do maldito, ou vai para mostrar que é uma moça que ainda pode f***r com a vida dele?.-Gargalho. __ Eu vou ir para a apresentação  da nova dona da Inter. -ele quase surta. __ Você não  pode ir sozinha. -e quem disse que eu iria? __ Eu não  vou, Adrian vai comigo. -ele arregala seus olhos. __ Mas Adrian não  é  amigo dele?.- pergunta Mel entrando no quarto com um copo de doce. __ Era. – Ela concorda olhando para minha mala. __ Então  acho que está mais que na hora de ligar para o bofe escândalo.  – Maik se abana como que se sentindo pegando fogo. __ Para Maik, seu doido. -Mel bate de leve no braço  de Maik. __ Você  é por que ainda não  viu como o homem  é lindo. -Maik sendo Maik. __ É eu não  vi. Mas tenho quase certeza, que deve ser um escândalo mesmo.  – Mel diz enquanto pego alguns hidratantes. __ E o que acha que ele falará?. – pergunta Mel. __ Ficará  surpreso. – Ela assente. __ Mas é bom que ele vê que ela está grávida.  Quem sabe assim  ele... __ Não.  Ele nada. -Mel para de falar assim que a corto.  __ Ele não  vai ousar a encostar um dedo em minha filha.  -Eu tremia de ódio.  Eu odiava Levinsk mais que tudo. __ Então  ligue para o bofe, e acelera. – Enquanto Maik fala, Mel pega o copo e se retira  do quarto. Não  quero  que Mel se sinta m*l, mas eu não  quero  ele perto de minha filha. Ele não quis quando contei, e não  acreditou que era dele, então  agora não tem direito nenhum sobre ela, mesmo no fundo sendo o pai. __ Maik acha que ela pode se  parecer com ele?.-Pergunto. __ Por que?.- Pergunta não  entendendo nada do que eu disse. __ Por que eu não quero que Levinsk veja ela, ele pode querer tirar ela de mim. – Isso era verdade.  __ Pode se parecer sim. Mas Levinsk mais cedo ou mais tarde se aproximará da criança, querendo você ou não Rachel. -Dizendo isso me entrega o meu celular, se retirando do quarto. Levisnk não  seria tão  hipócrita de tirar a minha filha dos meus braços, ou seria? Não tenho muita cabeça para isso agora.  Não mesmo! __ Diga minha princesa. -A voz de Adrian enviou arrepios. __ Oi..-Estava ainda envergonhada por ter saído sem falar com ele, mas não  quero perder a amizade dele. Mas na verdade foi apenas  um s**o delicioso, o qual eu faria questão de ter novamente daqui alguns dias. __ Em que posso te ajudar?. A maneira como ele levava uma boa conversa era bom. Legal. Conto para ele e mais que depressa ele me trás  a resposta. __ É claro que sim. – ter Adrian do meu lado poderia trazer ciúme  ou raiva em Levinsk. Mas e dai? __ Mas Adrian?. O chamo.  __ Levisnk estará presente e ... __ Sabe Rachel, eu quero que ele se exploda. Estarei com você, e pode deixar que farei ciúmes nele com você.  -como ele era tão  esperto? Inexplicável ! __ Então amanhã mesmo me espere as seis e meia no aeroporto local. – Ele concorda e desligo. Termino de arrumar tudo oque preciso, coloquei algumas peças de roupas, e uns vestidos. Precisava falar com Katherina, mas desde  que eu fiquei  “rica” não  falara com  ela. Coloco o pote de pipoca na pia, e observo que Maik e Mel assistem televisão.  Já  se passam das dez da noite, e preciso descansar. Volto  para meu quarto mais uma vontade terrível de vomitar reaparece e corro para o banheiro.  Vomito tudo que jantei. Acho que essa menininha, não  me deixaria com comida nenhuma no estômago.  Não mesmo! Escovo meus dentes, e sigo novamente para o quarto. Onde deito, e em menos de alguns minutos pego no sono. ** Enquanto ando apressadamente em direção ao jatinho que indica ser meu eu sou obrigada a ter que atolerar um homem muito alto e grande do meu lado. Eduardo me dissera que eu teria seguranças, mas nada que teria que me preocupar. Como não  me preocupar? Ele não  falava nada, e tenho quase certeza, que nenhum  ser esperto o suficiente  se aproximaria dele. Não  mesmo! __ Bom dia. – Adrian estava perfeito em uma calça jeans, e uma blusa preta de manga curta. Onde poderia ver um pedaço bem detalhado de seus braços malhados. __ Bom dia. -ele me encarou feliz. __ Bom dia Senhora.  Com licença.  -Um homem pega minha mala da minha mão e a leva para dentro do jatinho. __ Confesso que o meu não  é tão grande quanto  esse. -  não  mesmo. __ E aqui estamos novamente. – Ele entendeu o recado pois abaixou a cabeça  e gargalhou. __ Pois é. – Entramos no jatinho. Eram fileiras muito bonitas, com cadeiras de sintético bege. Era grande, e poderia ficar em pé  dentro dele. Era dividido em duas partes, entre a parte em que eu e Adrian ficaria, e a parte fechada que era a área dos empregados. Eu estava em um jatinho enorme, presa com Adrian me comendo com os olhos. __ Talvez esteja apreensiva.  – e estava realmente.  __ Um pouco. -ele me chamou e segurou minha mão.  __ Tudo ficará bem.  -com essas palavras tive que ser obrigada a sorrir.  Me sentei em uma poltrona, tirei meus fones  de ouvidos com meu mp3 e fui então direcionada a uma música que me fez relaxar. Sorrio para mim mesma e parece que Adrian percebe, mas não  diz nada. __ Durma, estarei aqui. – Ele disse com calma, deitei minha cabeça em seu ombro e cochilei, até  que peguei em um sono pesado, onde iria para a mesma cidade, rever o mesmo homem que me fez de i****a. Só  que dessa vez, com o propósito de não  se deixar ir... ah não! ** O jatinho pousou exatamente as oito horas da noite. Não  poderia estar mais contente que aquela noite, eu estava irradiando. Assim que me desembarquei observei Eduardo vim correndo em minha direção. __ Como esta?.- pergunta enquanto assinto confirmando que estava bem. __ Pegou o vestido?.- pergunto e ele concorda. __ Quem é ele?-. Pergunta olhando para Adrian que meio sem jeito colocara a mão na minha cintura. __ Um amigo. -Eduardo parece desconfiar, mas mesmo assim concorda comigo.  __ Vamos. – Eu tinha um carro ali, mas não  mandei mensagem nem liguei dizendo que viria, então  aceitaria o pedido de Eduardo. __ E ai, oque acha  que esta acontecendo com Levinsk?.- Pergunta Eduardo assim que entramos em um carro. __ Ele esta bem inquieto. -isso era normal vindo dele.  __ O avô  dele na verdade exigiu sua presença.  Levisnk nem leu seu nome, apenas o avô.  – então  era por isso, que tanto queriam que eu viesse. Levisnk não  sabia que eu me chamava de Rachel no papel, se não, com apenas meu sobrenome reconheceria. Não  dizemos mais nada, Eduardo reservou um apartamento de passagem para mim e Adrian. Assim que chegamos, Eduardo disse que mandaria um carro me buscar e sem dúvida nenhuma, eu estaria acompanhada de Adrian. Eduardo preparou meu vestido, e sinto que mesmo sendo homem, teve bom gosto.  Exigi que fosse vermelho e com renda, e assim que cheguei  minha suíte, que por falar era no último andar,  me senti  bamba. Lembro quando Levinsk me disse, que morria de medo de altura, e aquilo fez meu estômago revirar. __ O que acha que acontecerá?. Adrian pergunta enquanto tira sua blusa. Prendo  minha  respiração  ao ver que ele era mais lindo ainda na luz. Naquela calça, era perfeito. __ Não  sei. – Digo  colocando o salto com o vestido na cama. __ Rachel?.- Olho para Adrian que me chamava.  __ Levisnk hoje vai sentir ciúme  de você.  – Isso eu sabia. Ele sentiria era nojo, mas estava disposta a correr o risco. __ Não  preocupe.  Tudo ficará  bem. -Confortei, me aproximei dele e deixei um beijo em seu pescoço, e antes que ele possa me pegar saí de perto. __ Isso é o que chamo de pecado. – Ele gargalha assim que entro no banho. ** O Vestido não poderia ser mais perfeito, ele era de um vermelho, tinha um corte em meio aos s***s, deixando um decote de meus s***s bem a vista. Tinha um rasgado que pegava ao longo dele, trazendo-o para a minha coxa esquerda. Era lindo, e tinha um tecido puro. Era minha cara. A minha sandália  era um tipo de se amarrar na canela, tinha alguns toques dourados, ou melhor dizendo, ela era preta, e seu salto era de uma serpente dourada enrolando-o. Era perfeito. Olhei para meu pescoço  e senti morta, então  olhei minhas  coisas, mas não  encontrei nada o que colocar, deixei sem mesmo. Arrumei  um penteado bem de lado destacando mais ainda as costas nuas do meu vestido. Eu estava  uma verdadeira mulher, eu havia uma barriga já  presente  para quem olhasse e havia também uma personalidade diferente das que eu já tenha presenciado diante de toda minha vida. Eu não  era uma Rachel quebrada, me sentia uma mulher de respeito e muito  poderosa naquele momento. Pego minha bolsa de cristal, e saio a procura de Adrian. Vejo Adrian me olhar surpreso. __ Meu Deus. – Exclama ao me ver. __ Não.  Rachel. – Seguro minha bolsa, e sinto uma forte pressão abaixo do ventre. __ Está maravilhosa. – Me pega cuidadosamente pelo braço me levando até  a saída, onde uma limusine está estacionada. Várias pessoas me olham  e outros exclamam “ohhh, uau, nossa, ahhh”. Não gosto de ser o centro das atenções, mas eu estava mais que disposta a me deixar ser quem  eu era naquela noite. __ Boa  Noite Senhora.  – O motorista me encara com um sorriso.  __ Com todo respeito, está  maravilhosa. – me diz com um certo receio e medo. __ Obrigada. – Digo entrando naquele carro. __ Senhora, Eduardo mandou entrega-la. -Me entrega uma caixinha e observo aquilo inquieta. __ Abra. – Adrian fala assim que percebe meu medo. Abro a caixa de veludo preto, e sinto meu coração acelerar assim que vejo aquelas jóias.  Um colar muito lindo, com vários  diamantes lapidados fielmente, deixa a peça caríssima. É um colar bem lindo, tem varias pedras de diamantes e sinto quando Adrian o pega, coloca em meu pescoço  e sou obrigada a b*******a selfie. É perfeito. Na medida que o carro se aproxima daquele  lugar, sinto meu coração parar de bater e voltar novamente.  Quando o carro para, perto daquele enorme tapete vermelho, com várias pessoas ligadas, com câmeras sinto um aperto no peito. __ Você  vai conseguir. – hoje eu seria revelada para a mídia  e seria destaque em qualquer revista ou jornais. Adrian segura minha mão  e assim que é aberto a porta desço fielmente e firme.  A mídia não  me reconhece, mas vejo uma moça que trabalha na Inter, que arregala os olhos.  __ Que linda. – Exclama um homem __ Que perfeita. – Exclama um outro. Com os braços dados em Adrian, entramos por aquelas portas imensas. Era em um condomínio, em um teatro onde se faziam, várias vezes algo tão  importante. O vão de pessoas lá  dentro deixam tudo muito claro, eu já estava  causando. Não  vejo quem eu queria, eu vejo Eduardo que me encara chocado. Assim que pode caminha até mim. __ Esta perfeita. – olha  para o meio de meus s***s, e percebo que é muito decotado.  Mais não devo nada para ninguém. __ Ele já  está  aqui?.-pergunto impaciente. __ Sim. Já chegou, o avô  esperava ele no escritório para poder conversar com ele. __ Então  o quanto antes que começar para mim melhor. – Eduardo olha para o cordão  em meu pescoço  e sorrio. __ Amei o presente. -Ele sorri. __ Presente bem caro. -Brinca. __ Obrigada. – digo. __ Com licença. – Eduardo se distancia. __ O que prefere tomar nessa noite?.- Pergunta  Adrian olhando ao redor. __ Uma água.  -Ele concorda.  __ Parece que o demônio resolveu aparecer. _ Não olho para trás de mim, mas sei muito bem que é ele. Eu sei que é Levisnk quem Adrian encara.  __ Vou pegar uma bebida. Já  volto. – E se distancia.  Enquanto observo os detalhes, sinto quando em menos de um tempo inconfundível  aquela voz, a voz que eu mais queria que se fundisse em minha memória. __ Boa noite Rachel. -A presença dele era tão, mas tão  negativa e presente perto de mim, que apenas senti minha pele se arrepiar, logo em que minha espinha houve um frio incomum.  Tomo a coragem que tenho e me viro. Me deparo com ele. Está mais alto? Esta mais magro? Esta mais barbudo? Esta mais charmoso? Esta mais lindo? Esta mais sexy? Esta o mesmo canalha? Sim, ele estava.  __ Boa noite Levisnk. – Com toda a minha força  interior olhei no fundo daqueles olhos azuis e disse. Eu não era uma mulher que aceitava a perder, estava disposta a continuar a pisar nele. Afinal, era o início ainda. __ Vejo que você ainda continua a mesma. -Ele me olhava  profundamente. __ Talvez a primeira impressão pode não ser a que fica. -ele arregalou seus olhos  e se aproximou.  __ Ou talvez, você  não  queira deixar de dizer que está com meu amigo?.-ele estava  pedindo explicações? __ Por que não  procure outra pessoa para atormentar?-. Pergunto pousando a mão em minha barriga. Ele faz cara de nojo e olho com uma fúria incomum para ele. __ Esse vestido não  está nada bonito em você.  -agora eu precisava de conselhos dele? Era a última coisa que eu precisava. __ Com licença.- Digo mais ele segura meu braço  me trazendo de volta. __ Espere, preciso conversar com você.  – sorrio e cruzo os braços.  __ Eu tentei te ligar, mas não  obtive resposta. Te mandei vários e-mails mais não respondera nenhum. – ele parecia perdido. Não aquele Levinsk que fez eu tomar nojo.  __ Preciso que você  me escute. – Exige. Olho bem nos seus olhos e sinto ele se afastar. __ Mas sabe o que acontece?.- Ele me encara colocando as mãos nos bolsos de seu terno. __ É que eu não  quero ver você, e o que você quer ou deixa de querer é problema seu. – Seus olhos se arregalam, mesmo  tão  assustado com minha personalidade eu sentia que ele ainda tinha algo de diferente. __ Rachel eu sei que eu... __ Cale-se.- Digo abaixando os braços firme e muito convicta.  __ Sua voz me dá vontade de vomitar. – ele abaixa a cabeça e sinto o chão se tornar uma nuvem naquele momento. Eu o atingia com tão pouco.   __ Com licença.  – Digo saindo, mas ele então me segura novamente pelo braço.  __ Tira  as suas imundas mãos de mim. – Eu olhei ao redor mais ninguém estava nos reparando. __ Rachel o que aconteceu com você? Por que esta tão  fria comigo?. -ele perguntou como se aquilo fosse tão inexplicável de se ver.   __ Me diga, você  ficou com Adrian?.- pergunta. Eu me aproximo. __ Sim, eu fiquei com ele. E a propósito ele é ótimo parceiro na cama. – Seus olhos se tornam sombrios e com os punhos fechados, o irrito mais ainda.  __ Sabe, ele me fez uma promessa, disse que assim que saímos daqui ele vai  me possuir. – Levinsk estava com a cabeça  abaixada. __ Você não  pode... __ Eu posso, e eu vou. Afinal de contas, se eu sou tão  baixa a ponto de uma mulher de casa noturna, eu posso sim me fazer de p**a com ele na cama. E a propósito ele ama. -Sua mandíbula se contorce. Vejo ele me encarar com uma fúria incomum, estava com os olhos mais escuros, estava com o coração apertado e eu tinha chegado onde queria por aquela noite.  __ Senhora .-Eduardo me chama. __ Você sabe que não vai conseguir.  -Levisnk me encara estupefato.  __ Eu não  vou, eu já  consegui. Agora se me permite, tenho que começar o discurso e me apresentar como a nova dona da Inter Interpreses. Afinal de contas, eles não merecem ficar na curiosidade não  é mesmo Levinsk?. – seus olhos são de uma perda inconfundível, sua mandíbula está trincada, seus poros estão soprando raiva, ódio.   __ Com licença, fique bem. – digo, mas volto.  __ Ahhh e cuidado, pois não é  sempre que terá  a oportunidade de ter uma patroa boa e linda como eu. – Vejo seus olhos se escurecerem,  e antes que ele fale qualquer  coisa, saio de perto dele. Sigo até  o palco, onde eu me apresentaria. Levisnk não  saiu daquele lugar, está  parado me olhando com uma expressão de bobo. Como se não  soubesse o que realmente estava fazendo.  Olhando para todos naquele lugar, apenas um chama minha atenção. Com um olhar de possessividade e de altura  maior olho  para Levinsk. E lentamente pisco para ele, ele me encara estressado e sai daquele lugar. Sumindo no meio da multidão, carregado de arrependimento, de raiva, de simulações, e acima de tudo, de culpa!
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