Rachel
A entrada do restaurante era bastante cordial. Vários casais na verdade movimentam o local, é bem formal. Com o olhar de Adrian sobre mim, adentramos o local.
__ Não sabia que viria tão linda. Se soubesse pode ter certeza, você não estaria aqui. – Sorrio em resposta. Um garçom se aproxima.
__ Boa noite ao casal. – Casal?
__ O que vão pedir?.- Pergunta com um sorriso no rosto.
__ Quero um Martin Luther. – Se não me engano é algum tipo de vinho caríssimo que na Flórida era fabricado. Peço uma água e logo ficamos novamente a sós.
__ Então, me diga o que esta pensando.- O modo como Adrian mordia o lábio inferior poderia dizer, que estava pensando algo sobre mim.
__ Você não me disse o por que de ter vindo embora para Flórida. – Olho no fundo dos olhos dele, me aplumo na cadeira ficando apoiada na mesa, de frente para ele.
__ Eu estava ficando com Levinsk. – Ele sorri.
__ Isso eu já sabia. – Confessa bobo.
__ Eu não aguentava mais ele com o modo bipolar. – Ele presta atenção em cada palavra.
__ E eu tô grávida. – Seus olhos se arregalam.
__ Você está o que?.- Pergunta chocado.
__ Grávida de Levinsk. -Ele se apluma ficando próximo de mim.
__ Você não pode estar falando sério. – Ele parece não acreditar.
__ E ele sabe?.- Pergunta
__ Eu contei. -Me lembro e renego.
__ Ele não quis, disse que eu sou baixa, e que eu valia menos que mulher de zona. – Ele arregala os olhos, seus punhos se cerram e sinto sua mandíbula enrijecer.
__ Maldito. – Seus olhos possuem uma fúria incomum.
__ Eu vou m***r ele. – Eu poderia ajudar, mas não quero Levinsk morto. Longe de mim querer isso!
__ Não. Passou. – Ele concorda parecendo compreender.
__ Mas oque aconteceu com você? Estava em uma loja caríssima hoje. – Sorrio
__ Meu chefe, que faleceu, deixou tudo no meu nome.- Ele arregala seus olhos.
__ Qual era o nome dele?.- Pergunta.
__ Othon Frender. – Respondo.
__ Ele era um dos mais odiados e milionários desde o mister do ano passado. -Uau essa eu não sabia.
__ Então. -Tomo um pouco daquela água gelada.
__Me diga Rachel. -Se apoia na mesa.
__ Se eu pedir com carinho para f***r você, você aceitaria?.- Gargalho diante de sua sinceridade.
__ Esta me dizendo que pretende t*****r comigo logo depois desse início de jantar Andrian?.- Pergunto apoiando mais ainda na mesa, mostrando mais do que deveria do meu decote.
__ Sim, eu estou. – Homem sincero. Uma boa coisa.
__ Então podemos entrar em um acordo. – Sorrio olhando para minhas unhas pintadas de vermelho.
__ Qual?.- Pergunta me encarando. Olho para sua boca e sinto uma vontade incontrolável de beija-la.
__ s**o sem compromisso por hoje. -Ele se apoia na mesa e antes que fale qualquer outra coisa me encara.
__É exatamente oque eu quero. – Diz olhando para minha boca. Dizer que ele me atraia como Levinsk seria mentira. Mas devo confessar que um loiro, olhos castanhos e com uma pitada de sexualidade exalando, não tem quem resista, não mesmo!
Enquanto olho para ele, peço a conta. Ele não me deixa pagar, pagando rapidamente aquele vinho e minha água. Olho para seus olhos e antes que ele diga alguma coisa eu sorrio.
__ Para onde?.-Pergunta assim que saímos daquele restaurante que já não tinha graça alguma.
__ Para um hotel. – Ele concorda com minha sugestão.
__ Venha. -Me puxa pelo braço em direção a seu carro. Ele segue o tráfego mais calmo por causa do horário já avançado calmo. Sinto um frio na espinha assim que sinto sua mão em minha coxa, é quente, macia. Seu perfume era vegetal, diferente do que Levinsk usara. O dele para mim parecia amadeirado, másculo e muito sensual.
Por um momento penso se estou fazendo a coisa certa, mas não tinha por que desanimar. Eu queria ele, e ele também me queria. Qual o erro? Eu estar grávida de um filho de outro cara? Eu estar de luto? Ou eu estar excitada? f**a-se a opinião de todos sobre isso. Vivo por mim, e tenho certeza que Levinsk já deve ter comido várias vezes Raynara após minha vinda. Nada melhor que testar o amigo dele. Sorrio maléfica. Ótima coisa!
Ele estaciona seu carro de frente à um luxuoso hotel.
Fazemos nossa hospedagem apenas essa noite e subimos calados pelo elevador. Encontramos um casal de idosos se beijando, sorri diante daquela cena.
__ Eles sabem se divertir. – Adrian fala assim que abre a porta do quarto. É espaçoso, é tranquilo, limpo e perfeito. Olho para aquela cama redonda e para aquele maravilhoso espelho no teto. Sinto um beijo em meu ombro e levemente fecho meus olhos. As mãos de Adrian abrem vagarosamente o fecho do meu vestido, enquanto beija meu pescoço de forma gentil, sinto minha pele se arrepiar com seu toque quente. Como poderia estar tão sensível? O vestido cai ao chão e ali apenas de calcinha preta e salto alto fico exposta para ele.
__ Venha. – Me puxa para a cama, me deitando. Retira sua blusa ficando com aqueles músculos deliciosamente flexionados para mim. Ahh que homem da p***a.
__ Ahh. – Gemo enquanto sua língua suga um seio exposto meu. Eles se endurecem e se tornam mais sensíveis .
__ Quero te provar com minha língua. – Enquanto ele inspira meu cheiro para ele me contorço de desejo. Precisava mais dele. Minha pele se arrepiou, e ele sorriu sem um pingo de pena por estar me fazendo sofrer. Suas sobrancelhas se arquearam enquanto sua boca relava em minha umidade. Estava molhada, ansiosa por ele, louca na verdade. Ele pacientemente retirou minha calcinha, me deixando nua, somente de salto alto. Tão rápido como um jaguar, já estava com sua boca em mim. Rugi como uma louca com sua língua me chupando, me enfeitiçado.
__ Ahh. – Segurava seus cabelos loiros muito macio. Estava encharcada, louca, desesperada por mais dele.
__ Tão pura, tão doce. – Ele me chupava como se não teria outra chance, sinto vagarosamente um dedo dele brincar em minha entrada. Minhas mãos seguravam sua cabeça, para que ele não parasse nunca. Era uma tortura. Uma tortura boa!.
__ Nossa Rachel, toda molhada. – Ele enfiou dois dedos dentro de mim, e aquilo fez uma carga de explosões serem liberadas de meus poros. Estava excitada, louca por ele. Mais dele, muito mais!
__ Adrian. -Suplico
__ Diga oque você quer Rachel?.- sua voz estava entrecortada. Ele estava louco de t***o por mim, e não seria por menos. Quando ele viu que estava quase no meu momento de liberação, se levanta e retira seu sapato, ficando somente de meias. Retira a calça junto com a cueca. Um p*u grande e na medida menor que o de Levinsk me surpreende. Vejo quando ele lentamente coloca um p**********o, e seu p*u pula de tão duro e grande. Sinto quando seu olhar recaí sobre mim, me deixando louca, excitada, necessitada dele. Em algum momento muito curto, e com pouco prazo, vejo quando seu comprimento me preenche. Ele gemeu segurando meu cabelo, e com estocadas lentas e precisas me fez fechar os olhos e agarra-lo. Passei minhas pernas por sua cintura, enquanto ele me possuía. Me fazia dele. Não era tão intenso, não era tão amoroso, mas era s**o. E para mim naquele momento seu p*u me enfiando, estava perfeito. Ele era comprido, duro e muito bom de cama. Confesso!
__ p***a. – Ele grunhiu quando apertei a minha b****a ao seu redor. Estava molhada, e muito excitada. Era fato! Seus músculos se contorceram enquanto eu seguia o mesmo ritmo que ele. Estava louca de t***o por ele, era bom.
Estava soltando faíscas de excitação, estava mais que na hora de ter aquele momento só para mim. Estava explodindo em prazer.
__ Mais fundo. – gritei. Ele estava com os olhos fechados, e antes que ele intensificassem seus movimentos gozei. Deliberadamente gozei, soltei o peso de todo meu corpo. Ele se deitou ofegante na cama, e estava animada. Rolei por cima dele e sentei em seu p*u ainda duro.
__ c*****o. – Ele grunhiu mais ofegante ainda quando comecei a cavalgar sobre seu m****o ereto. Estava muito excitada, como meu c******s estava ainda dolorido pelo tanto de bombadas recebidas, percebi que a cada vez que eu flexionava sobre sua pélvis, era uma onda de prazer diferente que enviava a todo meu corpo. Suas mãos seguram meus quadris, acompanhando meus movimentos rápidos, e certeiros. Eu estava louca de prazer novamente. A energia dele me mantinha bem. Lentamente me inclinei e chupei um mamilo seu, endureceu na hora. Fiz o mesmo com o outro. Me mantive reta novamente, joguei os pés para trás e cavalguei. Pulei com toda força que me restava. Ele segurou meus quadris gemendo, gritando e antes que nós dois pudéssemos dar conta, gozamos.
__ Ahh. -Falamos em uníssono. Não saímos daquela posição, apenas fiquei ali com a cabeça apoiada no seu peito. Eu não havia ficado com Levinsk, não foi igual, com ele tinha um jeito diferente, machista. Mas por que eu tô lembrando dele? Ainda tenho muito é que me aventurar nesse delicioso homem. Saio de dentro dele, e sei que aquele olhar dele, não indicava que havia acabado. E sim que acabara de começar, e eu mais que nunca adorei saber disso.