Passei uns minutos tomando coragem para entrar no hospital, era difícil, senti um toque em meu braço e olhei para o lado, minha visão turva por lágrimas. — Vamos senhora, é preciso entrar, melhor que seja rapido. - lorenzo disse. Concordei com a cabeça e entramos. Chegamos a recepição e uma moça atendeu. — Estou procurando meu noivo, ele foi assaltado e baleado. - disse o mais impassível possível não queria que eles desconfiarem de nada. — Salvatore, o sobrenome é Salvatore. - falei. Eu não sabia exatamente quem estava internado, então não me arriscaria falar o nome e ser outro. — Oh sim, venha comigo. - disse. E eu dei graças por não ter mais perguntas. Entramos em um elevador e subimos ao segundo andar, como direto para o setor da UTI, chegando no vidro eu finalmente pude ver quem

