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1419 Palavras

CB NARRANDO Fui pra casa ainda com a imagem da Dayana na minha mente, o rosto dela entregando que tinha chorado. Tomara que o Senegal não fique de caô e me passe a fita do que tá rolando com ela. Assim que a gente chegou, o Ravi já saiu correndo pra dentro de casa, pulando em cima do meu pai. Esse moleque é a alegria daqui. Me joguei no sofá do lado da minha mãe, que já veio falando do próximo final de semana: é o aniversário da minha avó Tayná, e ela quer uma festa bonita. Já falei que entro com o malote, dou quanto precisar. Sempre eu e meu pai que fazemos as festas da vovó; minha mãe e a Clara organizam tudo do jeito que a véia gosta. Eu tava de boa, largado no sofá. Ravi brincando, só tranquilidade, irmão. Aí meu telefone tocou. Era o Senê. Atendi na hora e ele insistiu pra eu desc

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