23. Humilhada

2192 Palavras

Olga Juiz termina de prender a corrente nos meus pés. Ele m*l consegue olhar para mim. Eu sei porque estive olhando para ele nos últimos dois minutos. Deve haver algum nível de contrição em seu coração por fazer isso, mas se houver, ele não está cedendo a isso. — Preparada? — ele pergunta rispidamente. Olho para ele, implorando silenciosamente com os olhos. Procurando por um pedaço de humanidade, uma onda do conforto que eu sei que ele é capaz de fornecer. Mas ele não faz. — Eu quis dizer o que eu disse — eu sussurro. — Se você me obrigar a fazer isso, eu nunca vou te perdoar. Seus olhos se movem sobre mim, posso ver a guerra neles. Eu quero que ele mude de ideia. Quero que ele me diga que confia em mim, que acredita em mim. Mas ele não diz. — Eu não negocio com terroristas emociona

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