O celular tocou, enxuguei as lágrimas com o antebraço, ainda soluçando. Era Edward retornando a ligação. - Alo - Respondi com a voz chorosa, como uma criança depois de uma queda. - Você está chorando? – Senti a preocupação dele, na urgência da pergunta. - Não – Menti, mas meu nariz entupido tornou minha voz fanha. - Me mande a conta bancaria do hospital e o valor. - Eu vou devolver o dinheiro, assim que o processo jurídico acabar. - Não se preocupe com isso. Se seu tio não se importar, meus advogados poderão assumir a causa. - Com certeza seus advogados são melhores do que os dele – Respondi já mais contente. - Estou em Cingapura e tenho duas reuniões muito importantes amanhã. Não tenho como cancelar, mas assim que puder, irei vê-la. - Certo – Eu disse sem acreditar no que

