Quando abri os olhos novamente, o ambiente estava escuro. Eu estava deitada em uma cama confortável, coberta por um manto macio e quentinho. Meu braço direito estava imobilizado com uma tipoia enquanto o outro recebia soro. — Não se mexa! — Disse uma voz feminina assim que percebeu que abri meus olhos. — Mãe, onde eu estou? — Perguntei. Minha garganta estava seca, minha voz saiu rouca. Minha cabeça doía e minha respiração estava pesada. Era doloroso até mesmo falar. — Você está em casa, filha. Seu pai te trouxe de volta assim que te resgatou. — Disse-me ela com a voz suave. Senti as lágrimas começando a descer de novo. Eu estava a salvo, estava com a minha mãe. Por mais distante e ocupada que ela fosse, se tem uma coisa que ela nunca falhou comigo era em cuidar de mim quando eu estava d

