No dia seguinte, acordei um pouco antes do sol nascer e saí para uma caminhada. Parei em frente à casa da minha avó e fiquei um tempo parada olhando para a porta. Ela nunca mais falou comigo, mas prontamente assinou uma permissão de casamento. Me perguntava o que ela achava sobre tudo isso e se sua visão sobre mim mudara ao menos um pouco. Apesar de tudo, eu não tinha mágoas. Fiquei quase uma hora parada ali, tentando decidir se batia ou não na porta. — Eliza, você está aí há muito tempo! — Minha tia abriu a porta e caminhou até mim. — Precisa de algo? — Não, só queria ver vocês. — Falei-lhe carinhosamente. O que eu queria de verdade era me despedir delas. — Ainda não é uma boa ideia. — Disse minha tia com a voz baixa. — Mas acho que depois que se casar com o herdeiro, sua avó vai pelo

