Annie me acompanhou e esperou que eu me trocasse. Depois disso, cruzamos o jardim para sair do colégio e caminhamos pela rua por uns dez minutos em total silêncio. — O que acha daquela lanchonete? — Perguntei a Annie, apontando para uma casa de tijolos rústicos com uma placa bem grande por cima de uma porta dupla de madeira que dizia: “Lanchonete Parada Certa”. — As porções não são tão bem temperadas, mas os bolinhos e tortas são maravilhosos. — Está decidido então. — Embora a placa na porta indicasse que estava aberto, não havia clientes ou garçons dentro. A única presença era uma senhora próxima ao balcão colocando uma torta recém-preparada ao lado de outras duas tortas na bancada do fundo. — Ah, oi! Bom dia, meninas! — A senhora se virou para nós com um sorriso contagiante. — Está

