Ponto de vista de Alana Fazia um tempo que eu não saía sozinha. Decidi tomar um café pela manhã em.uma cafeteria perto de casa, e foi uma boa escolha. Um croissant doce, café sem açúcar e um momento de paz. – Alana! – Procurei quem me chamava com os olhos e vi Jerry. – Oi! Senta comigo. – Eu abri um sorriso. Mas, lá se vai meu momento de paz. – Está pintando de novo? – Assenti com a cabeça. Tomei um gole do café e sorri. – Voltei ao normal faz alguns dias. – Dei uma mordida no croissant, sorrindo para ele. – E você, como está? – Eu tenho uma coisa muito chata pra te falar, Alana. – Prendi a respiração. – Terei que tirar o seu espaço da galeria. Eu sinto muito, querida. – O que? Como assim, Jerry? Você disse que eu ficaria pelo menos até o final do ano! – Protestei, ele balançou a

