Por Isabel... Já havia escurecido. Se eu não me engano, era o quarto filme que estávamos assistindo, porém não prestava-mos atenção em uma frase dita pelos personagens. Saulo estava pairando em cima de mim, lutando inutilmente para manter as mãos longes da minha b***a ou da minha calcinha. Confesso que aínda estou muito dolorida, mas nada insuportável. Seus lábios tomando minha boca sôfrego, ele gemendo e esfregando a portuberância em mim sem pudor algum, eu já me encontrava deitada no sofá embaixo dele, olhos fechados sentindo as sensações que seus toques me proporcionam, uma verdadeira loucura. — Eu não consigo manter minhas mãos longe de você, p***a, é como um vício adquirido em pouco tempo. — Então não as mantenha. — de olhos fechados eu suspiro querendo mais do que ele realmente po

