Dezesseis anos após o Epílogo. Por Isabel... — Não! — grunhi para reforçar minha decisão — Não adianta Gregory. Ele fechou as mãos em punho tentando se controlar para não abrir a boca e retrucar. Se tem uma coisa que meu filho é, é inteligente. De um lado, Saulo me encarava atento, porém perspicaz o suficiente para ficar com a maldita boca fechada. Eu não ia permitir aquela barbaridade. Fechei os olhos e respirei fundo afim de me controlar. Maldita tpm! — Baixinha... — Ele murmurou em um tom carinhoso, desviei o olhar. Nenhum de nossos filhos sabia o que havia acontecido anos atrás. Decidimos, de comum acordo, que seria melhor poupá-los. Pelo menos até que atingissem a maturidade para que compreendessem. Por isso eles não sabem nossos nomes, não sabem o que passamos, nada... No
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