161- RAIVA

1119 Palavras

CAPÍTULO 161 CAROL NARRANDO Cheguei na frente da praça e logo vi a Cris me esperando, encostada no muro, mexendo no celular. Quando ela me viu, abriu aquele sorriso largo que sempre me contagiava. — Até que enfim, mulher! — ela falou, me puxando pra um abraço apertado. — Tava morrendo de saudade. Sorri de volta, tentando disfarçar a tempestade que ainda rodava dentro de mim por causa do Dante. — Também, amiga… — respondi, apertando a mão dela. — Bora logo que eu tô precisando de um chopp. A gente atravessou a praça lado a lado, o som do pagode já ecoando de dentro do bar na esquina. As mesas estavam cheias, o movimento forte, gente rindo, cantando junto com o grupo que tocava no fundo. O cheiro de churrasquinho e cerveja gelada se misturava no ar, deixando o clima ainda mais animado.

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