158- CAROL

969 Palavras

CAPÍTULO 158 CAROL NARRANDO Quando o Dante falou aquilo, encostando a testa na minha, eu senti a força das palavras dele como se fosse um juramento. Mas mesmo assim, por dentro, eu ainda tava fervendo. O sangue esquentava só de lembrar da cara da Laura me debochando na frente de todo mundo. Respirei fundo, tentando segurar as lágrimas, mas era difícil. Não era fraqueza, era raiva. Raiva de ter que dividir espaço com um fantasma do passado dele. — Eu tô tentando, Dante… de verdade. — falei, a voz tremendo um pouco. — Mas não é fácil ver essa mulher aparecer aqui, cuspir veneno e ainda querer bancar a importante na tua vida. Ele me olhava firme, a mão ainda no meu queixo, como se quisesse me segurar no chão. — Eu sei que o seu filho não tem culpa de nada, e eu aceito ele, aceito que tu

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