CAPÍTULO 212 CAROL NARRANDO Eu não sabia se gemia, se ria, se chorava. Só sabia que o Dante me tinha inteira ali. Cada lambida dele me desmontava mais, cada chupada me arrancava um gemido que eu nem reconhecia como meu. A língua dele parecia ler meu corpo, sabia exatamente onde me deixar louca, onde me fazer perder o ar. — Ai, amor… continua… por favor… — pedi sem pensar, agarrando no cabelo dele com força, sentindo a barba raspando de leve na minha pele sensível. Meu corpo se arqueava sozinho, a respiração saía falhada, o coração batendo tão rápido que parecia que ia explodir. Eu gemia alto, sem vergonha, porque não tinha como segurar. Ele me chupava como se fosse a última coisa do mundo, como se tivesse fome de mim. Quando senti os dedos dele entrando junto, o prazer me pegou de jei

