Ryan “Ryan.” Meu nome soa maravilhosamente bem em sua voz. Parecia muito com uma queda livre. Como se todo o sustento sob meus pés tivesse sido retirado sem aviso prévio. E o encontro com o chão estava levando tempo demais, talvez eu estivesse levitando. Submerso em mar aberto, com a respiração presa, mas os pulmões pareciam suportar Eras sem ar. A sensação de ondas dançava por todo meu corpo. Acariciando pequenos lugares, causando alguns arrepios mesmo debaixo d’água. Além do doce em meus lábios — e do álcool —, mas eu não me sentia embriagado, ou talvez esteja o suficiente para entrar em coma. Porém, a sensação é boa demais para ser algo tão degradante. Há também formas sob meus dedos. A textura é macia, embora em alguns pontos não seja. Alguns fios se enroscam em minhas falanges e

