Ryan Smith A minha ansiedade a cada final de ano tornou-se óbvia. E também não é como se eu fizesse realmente questão de esconder qualquer coisa referente a minha empolgação nessa determinada época. Depois de dois meses sem nos encontrarmos pessoalmente, o mínimo que posso sentir é essa necessidade de matar a saudade. — Vai ver seu namorado para o Natal? — meu pai perguntou quando ficamos a sós na sala de reunião. Estou tentando medir a quantidade de ironia que há em sua fala. Não que ele não o aceite, é só que tenho certeza de que com uma pessoa até mesmo mais velha, tudo estaria bem. O que implica não é o gênero do Nick, mas os números em sua carteira de identidade. — Sabe que sim. Passarei minhas férias lá também. — Nenhum dia conosco? — Já passo o ano todo aqui. — O encar
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